sábado, 13 de outubro de 2012

OS 5 GRUPOS EM EVOLUÇÃO NO PLANETA


OS 5 GRUPOS EM EVOLUÇÃO NO PLANETA
Os Star Seed - Crianças Índigo.
Por André Louro de Almeida


Há 5 tipos diferentes de seres evoluindo no reino humano. Estas divisões não são rígidas, existem exceções, ou porque se trata de seres extremamente evoluídos ou de seres extremamente atrasados ou porque são seres que, de algum modo, ocupam zonas de transição entre estes 5 níveis.

Esta escala pode-nos ajudar a compreender mais rapidamente porque é que fomos atraídos ou repelidos de um ambiente, ou porque é que determinada pessoa está próxima de nós ou subitamente se afasta.

Este planeta não existe em nenhuma dimensão estável, nós estamos num planeta que entrou nos anos 80 na dimensão três e meio, significa que todas as nossas experiências tendem para a hibridação. Todo o doce traz o seu elemento de amargo, todo o amargo traz o seu elemento de doce, toda a solidão é passível de ser interpretada como um convite a outro tipo de acompanhamento, todo o convívio pode revelar-se francamente estéril na proporção em que tu tens necessidade de te aprofundar.

Nós não estamos numa fase em que não existem experiências absolutas fora de nós, porque o planeta está a esvaziar rapidamente os seus reservatórios de energia que alimentavam o modelo da terceira dimensão e está a ser reabastecido com energia que visa a reformulação do jogo de forças para desmaterializar a Terra e rematerializá-la noutro contínuo. Este salto dimensional é aquilo que neste momento a entidade Terra se está preparando para dar.

Atualmente temos um número de seres que não mais pertence à evolução humana, ele atrasou-se de tal forma que os atratores entre o espírito e os elementos (átomos permanentes) perderam qualidade de constituição humana. Atrasaram-se tanto no caminho cósmico e desfasaram-se tão profundamente da escola terrestre, que não se pode dizer mais que pertencem ao reino humano, eles podem até ter uma forma androide, mas, energeticamente, não pertencem ao reino humano.

Eles estão, sobretudo, no plano astral e daí controlam pirâmides de condicionamento hipnótico que vão desaguar na mente das massas. Estes seres defasaram-se de tal forma da evolução humana que não podem sequer reencarnar, nem religar-se à forma e ao corredor ascendente. É um número muito reduzido, serão reconduzidos a evoluções que se encontram no princípio da oscilação matéria/energia. Têm que readquirir, de novo, em níveis abissais em termos de tempo, a capacidade que a mônada tem de se vincular à matéria evolutiva. Então, temos um clube de magos negros com que não nos ocupamos especialmente – 1º grupo.

O 2º grupo de seres, vastíssimo neste planeta, são os inertes. São seres que se encontram dentro do reino humano, respondendo aos limites básicos da condição humana, vibrando minimamente de acordo com as leis essenciais da convivência entre os homens, contudo, há muitas vidas (2000 anos ±) que não respondem ao impulso evolutivo, ou respondem nos mínimos. Significa que um indivíduo que era um mercenário na antiga Roma, hoje continua a ser um mercenário.

Um indivíduo básico há 2000/3000 anos atrás, hoje, continua com o mesmo enquadramento energético, respondendo aos mesmos estímulos e vivendo da mesma forma.

Este 2º grupo é muito vasto e inclui também seres que sendo completamente inertes, só respondem a uma energia superior quando a disciplina da dor aguda tem de ser invocada pelo seu próprio espírito, são seres que só respondem ao magnetismo superior quando a dor atinge níveis muito profundos, muito especialmente na dor física e emocional.

O 3º grupo de seres são os vacilantes. Eles vivem em dois estados de consciência, respondem ao chamado, buscam estar frente tanto quanto possível a esse chamado, têm uma consciência estável de que o Universo não termina nos níveis imediatos da experiência, experimentam um tédio profundo com as soluções da nossa civilização, sentem um chamamento magnético sério, autêntico, para o caminho superior, no entanto, não estão dispostos a passar pela disciplina oculta que os retira da vacilação.

Depende de quem for o “senhor” na sala, de quem for a “força” presente em casa, do meio ambiente. Eles ainda não aprenderam a transmutar as energias do meio ambiente e, portanto, a transformar-se num dínamo de luz. Se o meio ambiente for positivo, expansivo, criador, libertador, são capazes de acolher essa vibração nos seus corpos, amá-la, cultivá-la o mínimo e procurar permanecer dentro dessa vibração, mas se a vibração subitamente se altera, ou se o ambiente é degenerativo, involutivo, tóxico, negativo, eles também facilmente acolhem isso e deixam-se adormecer no embalo das forças involutivas. Os vacilantes é um imenso grupo humano.

Então, nós temos os refratários à luz que têm que recomeçar a evolução a partir do Alfa, novamente. Depois temos os inertes que são seres que não respondem à vibração superior, mas também não ousam atravessar outras portas inferiores, justamente porque são inertes.

Depois os vacilantes que são seres que são como um cata-vento não tem energia própria, refletem energia do meio ambiente. A grande qualidade que vem em auxílio do vacilante é a tristeza. Se o vacilante não sente tristeza, angústia, desamparo, estupidificação, rudeza, mediocridade no seu ser ele poderá permanecer vacilante indefinidamente. Então, o motor do vacilante é o mal estar, é através do mal estar que o vacilante aprende a aquiescência, a obediência oculta ao controle exercido pela sua própria alma.

Ele devia ter no mal estar o seu maior mestre. O mal estar psicológico, uma sensação de defasamento entre o que ele vive e o que ele é, a confusão entre o centro e a circunferência, a indefinição de uma afirmação de princípios orientadores superiores, a falta do fogo de Sagitário que é o que define especificamente o vacilante, ele não tem um magneto que o mantém coligado, indefinidamente, ao seu próprio caminho.

O 4º grupo são os despertos, progressivamente firmes, lúcidos e preparando-se para a ação.

O 5º grupo pode ser definido como as sementes de estrela. Este é também um grupo relativamente reduzido, são algumas centenas de milhar no planeta, apenas.

Enquanto que os 4 primeiros grupos são seres da escola da Terra, as sementes estrela não são da Terra. São seres cuja dimensão de amor era suficientemente potente para que eles se apaixonassem especificamente neste período crítico do planeta, e as sementes estrela são completamente diferentes dos que evoluem na escola terrestre, têm dificuldade em sentir o leque de emoções humanas disponível: paixão, fixação; apego, confusão mental; cobrança emocional.

O corpo emocional deles não vibra com estas coisas e, invariavelmente, têm respostas emocionais muito profundas a coisas que para a maior parte dos seres humanos são apenas vagamente interessantes, ou seja, têm respostas emocionais muito profundas às grandes árvores, às estrelas às três e meia da manhã no alto da colina, ao comportamento dos golfinhos, à telepatia infantil, às lágrimas de prata que não se confundem com as de sal. A lágrima de prata é o momento em que o peregrino espiritual deu o seu máximo e fica aguardando a mão do Mestre.

Estas sementes de estrela vêm fazer uma enxertia de raças por um processo de osmose de consciência na transição planetária (a consciência tem impacto sobre o ADN).

Atualmente este vaso onde evoluímos está a ser submetido à lei da economia, num nível muitíssimo mais forte do que até hoje. Significa que as relações entre estes 5 grandes grupos humanos estão a ser sintetizadas, de forma que, se te manténs alinhado, correto, simplificado, lúcido dentro da vibração que te qualifica, vais encontrar seres do grupo que te corresponde.

Os refratários sofreram uma fossilização da consciência e não respondem à evolução.

Os inertes, pela vibração que desenvolveram nos seus corpos, não podem continuar na Terra. A escola terrestre vai subir uma oitava e vai passar a ter como vibração mínima, a vibração do amor fraternal. Presentemente a vibração mínima é a da sobrevivência, é a básica – chacra da raiz – é a fonte de motivação psicológica do comportamento humano.

Na nova Terra o ponto de partida é a vibração da fraternidade, e os inertes não podem responder a esta energia. Seria uma violência estes seres serem obrigados a permanecer na nova Terra, porque não têm forma como interagir com este novo universo, seria extremamente doloroso para eles, porque não teriam feito o aprendizado plástico que conduz minimamente à fraternidade.

Estes seres já estão desencarnando em grandes quantidades e a ser levados por condutos internos às suas novas moradas, que correspondem à equação de dor/conflito específica para fazê-los sair da concha comportamental na qual se auto encerraram nos últimos milênios.

Então, esta nova morada é um ato de amor para estes seres. Quando observamos que desapareceram 20.000 pessoas em 10 minutos, o mais certo é a maior quantidade desses seres, que abandonaram a dimensão física, terem sido conduzidos para novos pontos no cosmos.

Assim como a mãe Terra está dispensando espécies que não correspondem mais à organização de evolução de consciência que ela busca fazer nos próximos tempos, muitas espécies estão a desaparecer por impacto ecológico, outras estão a desaparecer porque a mãe Terra está a preparar novos veículos, novos vasos biológicos para consciências e para as mesmas essências que se exprimiam através daqueles seres. Diariamente desaparecem 12 a 15 espécies, incluindo insetos.

Da mesma forma que a transformação da biosfera terrestre está a acontecer, também a humanidade está a sofrer uma limpeza e uma seleção. Então, nós temos todos os inertes a serem conduzidos, amorosamente, para outras moradas cósmicas.

O grupo dos vacilantes, finalmente, está prestes a entrar em pânico, porque o vacilante só sai daquele ponto quando entra em pânico, não no sentido da instalação de uma esquizofrenia temporária entre ele e o exterior, não, pânico no sentido em que os instrumentos dele, a leitura que ele faz da realidade e o conforto que ele sente em passar de uma porta para outra, de um Senhor para outro “senhor”, de um mundo para outro, termina, não funciona mais. As portas começam a fechar e é cada vez mais difícil para o vacilante retornar ao passado ou retornar ao futuro.

Cada vez que um vacilante hesita entre o passado, a cauda, o velho, o superado, o venenoso e a nova condição planetária, neste momento, a porta que antes abria e fechava tranquilamente, começa a ficar rígida, e portanto, a energia, o carma, a impressão de perca de comboio que o vacilante começa a ter é cada vez mais forte e ele começa a sentir tristeza, angústia, defasamento, alienação e, finalmente, pode atingir, dentro do relógio terrestre, o ponto de crise que o retira da condição de vacilante para a de vigilante (obviamente que não há aqui separações rígidas, isto é uma gradação de consciência).

À medida que os super visionadores da evolução deste planeta terminam as contas e à medida que o balanço é feito, o ciclo cumpre-se e os vacilantes precisam saltar para a plataforma de resgate. Resgate, no sentido da ascensão dum planeta, não é uma frota extraterrestre que te vem buscar ao vale, resgatando o teu corpo físico, isso, inclusive, está preparado, mas resgate verdadeiramente é a passagem facilitada pelos vigilantes para as plataformas de luz do ser. Tu és uma realidade multidimensional, tens dentro de ti as grandes prisões e os grandes espaços siderais.

O vigilante já não está só vigiando por ele, se tu te sentes um vigilante (um ser com um mínimo de vacilação), um ser magnetizado na realidade pura, que chama dentro de ti, qualificado pela tua espiritualidade até às últimas consequências, tu és um vigilante. Tu és o umbral de centenas de seres. A fortificação do teu ser, arquitetonicamente, no limiar do tempo, é uma condição de resgate para centenas de pessoas.

O vacilante caracteriza-se por um ser completamente idiotizado quando não está em contacto com o seu ser profundo – coisa que não acontece com os outros – e um inspirado quando em contacto com o seu ser profundo.

Enquanto nós estamos num ciclo em que a alma faz a manutenção da nossa personalidade, tu podes ter qualquer comportamento que a alma sustenta, ou seja, mantém a inteligência, o poder de análise, de decisão, de intervenção, o poder de funcionar no mundo. Quando o ciclo termina e quando a personalidade já está esculpida o suficiente, os comportamentos humanos comuns tornam-se esgotantes.

Quando um ser humano tem um dia absolutamente normal, digo honesto, são coerentes com os seus princípios e chega ao fim do dia exausto, significa que ele não nasceu para ser normal. A alma dele não apoia mais a vida normal, porque vida normal é o estágio da consciência que colocou o planeta no estado sócio econômico em que ele se encontra.

Exemplo de normal:

1º – É considerado normal gastar por minuto em armamento o que não se gasta em 3 anos em saúde.

2º – A taxa Toblin foi criada por um economista nos anos 70 que define que: se por cada transação internacional entre países fosse cobrado 0,005% da transação pelas Nações Unidas, e se esse dinheiro fosse entregue às N.U., a dívida do 3º mundo desaparecia em três semanas. Ao fim de 1 ano tínhamos hospitais, escolas e universidades por toda a África Central. A taxa Toblin foi considerada irrealista. Foi a consciência normal que decidiu que esta taxa era inaplicável. Dias normais não mais podem prover o campo de sustentação que mantém a tua consciência acima da sonolência.

À medida que os vacilantes se firmam nos seus postos, transformam-se em passagens, em vibração condutora para centenas de vacilantes. Quem é que estarás encontrando nos próximos meses? Dezenas e dezenas de vacilantes. Um vacilante que tu podes ajudar é comparável a um ovo com o período de chocagem quase pronto e o vacilante vem ter convosco para vocês se sentarem em cima dele, uns minutos, até sentirem a casca quebrar.

Existem milhares e milhares de seres cujo Cristo penetrou a rede de consciência e fala no interior deles mas a passagem da boa vontade para a vontade boa ainda não se fez nestes seres. Então, eles vêm ao teu campo vibratório para ser chocados, para que lhe seja dado, secretamente, pelo teu tom de voz, pelo brilho do teu olhar, pelo magnetismo que irradia de ti, pelo teu silêncio, vêm para receber o último estímulo que lhes dá a coragem, a segurança, o calor, a ternura que propicia eles saírem da casca e assumirem-se como seres em progressão espiritual, e um vigilante hoje é absolutamente precioso porque ele contém, em si, exatamente o que a humanidade como um todo mais necessita, que é afirmação clara de que há um caminho e que há hierarquias que chamam.

O fogo é o elemento em ti que te leva a persistir mesmo que todas as forças tenham sido esgotadas: as energias físicas – terra; as emocionais – água; as mentais – ar. Todas são esgotáveis, mas o fogo em ti – o fogo é a tradução da mônada na estrutura psíquica – é inesgotável, vai estando constantemente impelindo-te para frente.

Os próximos 10 anos são de fogo ou de trevas, não são anos de ideologia ou de troca de manutenção de regimes emocionais velhos, nem de conquistas físicas, eles vão ser anos de fogo ou de obscuridade. Este fogo é o agente em ti que permanece impulsionando, em qualquer estado estás sendo estimulado e à medida que ele evolui, esse estímulo rompe e torna-se plenamente consciente.

O fogo é aquilo em ti que avança destemidamente, que conquista onde a humanidade hesita. Quando tu caminhas com essa chama, nesta altura dos acontecimentos, estás a atrair para ti massas de elementais para serem dissolvidos nessa chama. Um elemental criado por métodos mágicos faz turismo pelo universo até se resolver.

Sempre que pões a tua vontade numa coisa que não é totalmente clara, por exemplo, um mau pensamento a que tu deste força, aquilo começa a girar em torvelinho e se continuas a dar força, o torvelinho aumenta e a partir de um certo grau de poder giratório aquilo ganha esfericidade e vai em busca da vítima.

Os seres humanos “normais” produzem elementais negativos às centenas por dia, desde os mais inofensivos: de tu resmungares com o homem da bomba de gasolina, até aos mais perigosos que é tu manteres um rancor estruturado, geométrico, energizado, durante anos.

Ser comum é libertar “coisas” inconscientemente, os seres vivem em roldão, as forças puxam para a esquerda e eles vão, depende da maré, e este ser como é um micro criador, constantemente liberta forças de si. A atmosfera urbana está saturada de elementais, de esferas de energias com intenção. Quando um ser amadurece espiritualmente, começa a perceber que não nasceu para a felicidade, mas para a alegria que é o toque da alma.

Fica lúcido, tu já não és um ser em carência, vamos parar com o drama do “pobrezinho de mim”, ou de “eu tenho um problema, eu sou um problema”, vamos sair do nível psicológico, senão nunca mais te encontras com a tua tarefa. Enquanto eu me defino como portador de problemas eu estou alienado no que vim aqui fazer. Renuncia ao gozo de estares envolvido em novelos de problemas próprios, renuncia ao plexo solar!

Concentra-te e atua, não te preocupes. Concentração/ação. É pela intensidade do teu amor, pela lucidez da tua consciência, pelo alinhamento da tua vontade que o campo vibratório à tua volta se ritualiza. A invocação mais poderosa de todas é a entrega e o vazio constantes. A entrega como resultado de uma compreensão filosófica, alquímica e oculta de Deus, isto é, o Pai a partir do momento em que tu foste formado como um vigilante, busca a tua entrega para Ele poder descer. 

Quem criou o teu problema senão a tua personalidade?
Foi o pequeno ser em baixo achando que sabe.

Enquanto eu tenho um ritual, durante o momento do ritual eu comuto dimensionalmente é para isso que servem os rituais. O ritual é um comutador de dimensões, as comportas da minha consciência superior abrem-se, há uma inibição voluntária das vibrações inferiores (social e psicológica) e eu sofro uma transfiguração momentânea durante o ritual. O grande ser cuja nova energia é a sacralização do campo energético do homem, é aquele a que antigamente se chamava Saint Germain. Este grande ser tem como meta sacralizar os metros em torno do teu ser. Significa que a cidade recua e tu avanças, que os adereços desaparecem.

Estes vigilantes estão a ser aperfeiçoados para o grande abraço, que é dar de si, do divino para o divino do outro.

Neste momento convivem claramente duas dimensões: a 3ª (ou o que resta dela) e a 4ª dimensão e nós vamos observar alternâncias muito intensas de uma para a outra em nós. Significa que na mesma hora podemos ter uma variação emocional e psicológica que antes tínhamos ao longo de um mês ou de uma semana.

A consciência individual está-se a treinar no salto para a identificação com o eu superior. A realidade à tua volta, subitamente, torna-se dolorosa. Se tu reagires com a antiga postura vais sentir dor, conflito, empobrecimento energético. Se eu reagir a partir do nível intuitivo do meu ser (a nova postura), eu permaneço tranquilo e tudo pode acontecer.

Estamos a observar em dezenas e dezenas de casos essas comutações súbitas nas pessoas, em cada situação que surge, se eu reajo com o meu ser exterior, subitamente, há toda uma massa de luz que dentro de mim se destaca e não se identifica com a minha reação, ela permanece esférica cá dentro, e tu vais lá sofrer o que tens a sofrer. Se eu aprendo a reagir a partir dos níveis internos do meu ser, o que quer que aconteça à minha volta é evocado por mim. Em vez da vibração ser alternada e fendida, clarificada, tu alteras os acontecimentos.

Significa que o modelo dual da Terra está a ser desativado, a evolução por conflito está a terminar, e cada vez mais vamos observar evolução por identificação, por reabilitação, por iniciação. Na evolução por conflito, o Universo dá-te um balde cheio de ouro e areia e tu saltas para dentro do balde e vais tentar separar o ouro da areia, e há um constante conflito entre as duas presenças porque para cada grão de ouro, tu agarras cinco grãos de areia, tu estás misturado com o plano onde a dualidade acontece. Tu estás dentro do balde.

Na evolução por identificação, no momento em que te aparece um balde com ouro e areia misturados, tu identificas-te com o ouro, mas não saltas para dentro do balde, não queres separar o ouro da areia. É só um balde com ouro e areia! E tu ficas do lado de fora. E dizes: “Olha, eu identifico-me com o ouro”.

Esta operação de consciência na quietude, na oração, na firmeza, desenvolve magnetismo e, à medida que o teu magnetismo aumenta, os grãos de areia começam a saltar do balde. Trabalha em níveis ocultos e não te impressiones nada com o que acontece fora de ti, porque tu fundes-te com o teu ser interno, a areia começa a sair da tua vida e o ouro permanece.

Tu és o invocador do habitat vibratório em que te encontras. Nós estamos a entrar na década do retorno ao quarto para orar em silêncio, tal como Jesus disse. Estamos na época em que isto tem que retornar.

A porta está aberta é só entrar. Eu tenho que tornar, na minha consciência, este estado de oração um contínuo e não um momento especial, senão estes 5% de irídio de que o nosso cérebro é feito não despertam. É a oração que ativa os metais platinados no cérebro (irídio é um elemento com um potencial de super condutividade altíssimo). O irídio não responde a vibrações abaixo da oração.

À medida que isto vai sendo instalado, a situação à tua volta deixa de ser confusa, mas a coisa precisa de ser conquistada em camadas de realidade muito mais profundas do que na boa vontade. Tem de haver algo de estranho no processo, não no sentido negativo, mas no sentido extraordinário, fora do comum. Este ser precisa passar uma fronteira, senão ele continua no balde a lutar entre grãos de areia e grãos de ouro.

Na evolução por identificação, tu, atraindo o ouro do balde, estás a começar a usar funções desconhecidas dos chacras, funções nos chacras que estão mais para dentro do que as funções normais. 

Todos os chacras são um espectro, por isso é que é preciso cuidado quando se fala “ciência dos chacras”, é como chegar ao espectro e cortar só a primeira fatia, só que cada chacra tem muito mais.

Cada chacra conduz àquilo que vai ser conhecido no futuro como “coração radiante”. O chacra cardíaco UM. Todos os 7 chacras são diferenciações de um mesmo chacra, da mesma forma que as 7 cores são diferenciações da mesma luz.

Esse chacra uno é o centro que os avatares exprimem (os avatares não têm 7 chacras, é uma única ampola de vibração, os chacras estão no corpo etérico. O corpo etérico de um avatar não tem nada a ver com o nosso, primeiro porque não tem chacras, tem uma única circunferência de poder, inteligência e amor-síntese).

À medida que descobres as camadas profundas de cada um dos teus centros, vais-te aproximando da vibração una que está por detrás de todas as sete frequências. Existe energia que tu podes classificar: artisticamente, sexualmente, amorosamente, vitalmente, socialmente, são qualificações de energia, e à medida que um indivíduo se vai aprofundando nesse espectro em cada centro, vai notando que a vibração de cada um deles começa a não ser distinta e com o bombardeamento de feixes de radiação vindos de Sírius, de Orion e com o fato de a Terra estar a entrar numa banda de frequência chamada “o cinturão de fótons” – começou a entrar por volta dos anos 80 – isto altera o steam, as camadas eletrônicas e os ângulos de giro dos elétrons em torno dos núcleos, produz combinações moleculares completamente exóticas, não fazem parte da história natural.

O Sol entrou no cinturão de fótons que momentaneamente (ainda não está estudado) altera a ação da gravidade sobre as moléculas. Isto permite combinações completamente desconhecidas, altera a química cerebral, o comportamento celular, o comportamento atômico e subatômico e, sobretudo, diminui profundamente a atividade eletromagnética do Sol e com isto, a potência e o bombardeamento de outras estrelas é muito mais intenso sobre a Terra e a reconfiguração da nossa Mãe é acelerada.

Isto conduz diretamente ao assunto do único chacra.

Neste momento Eles estão fundindo o 1º e o 2º chacras, estão a criar aquilo a que se chama um centro criativo raiz, que deverá preparar a futura forma de reprodução. Este centro vai aprender a reprodução por impacto de radiação e não a reprodução por transporte de um crepúsculo super yang (sêmen) para dentro de uma célula super yin, ou seja, o prana, o espaço etérico entre os seres vai ser fundamental no ato procreativo. Da mesma forma o chacra do coração está-se a fundir com o centro da laringe e o plexo solar, gradualmente.

Quando nós estávamos numa vida de sobrevivência, as diferenciações nas categorias do ser eram muito intensas, neste momento essas diferenciações estão sendo atenuadas e os chacras estão a sofrer um percurso em funil rumo ao único chacra.

A próxima Raça deverá ter uma distância na vibração dos chacras muito menor do que a nossa. Significa que as pessoas poderão sentir amor numa equação matemática.

As antigas definições entre matemática e paixão, geometria e fusão, análise e síntese vão começar a fundir-se para acomodar a vibração do UM.

Raças são aventuras do espírito da multiplicidade para a unidade.
Então, as próximas crianças já trazem tendências que fundem os chacras.

À medida que estes centros se vão fundindo, começam a circular novas energias no teu corpo que suspendem processos químicos muito antigos, certas tendências hormonais, que substituem um tipo de comportamento hormonal por outro. Ex. Duas das glândulas que estão a ser mais estimuladas pelo cinturão de radiação são a pineal e o timo.

Em níveis profundos, o campo da pineal que corresponde à vontade, e o campo do timo que corresponde à inclusividade, estão-se a fundir também. Isto está gradualmente a gerar um novo tipo de criança.

Os star seed são seres que vêm doutras regiões do Universo ajudar a Terra na transição. Entretanto, entre 78 e 82 nasceram grandes quantidades de novas crianças, a partir de 82 o número estabilizou e calcula-se que atualmente, 80% das crianças que nascem trazem essas novas características.

Estas crianças não interagem com a sociedade tal como ela ainda permanece e são justamente estas crianças, que por volta de 2011 irão dar à luz aquilo a que chamaríamos os bebes diamante. As crianças diamante são conscientes no plano da mônada.

Os star seed vieram abrir o caminho para as crianças índigo que têm uma cintura azul escuro fortíssimo em torno da aura, e as crianças índigo serão os pais das crianças diamante por volta de 2010.

As crianças diamante são todas equivalentes a seres ressurrectos, isto é, seres que não atravessam o vazio do ato de desencarnar.

Depois de desencarnar o indivíduo entra na região a que se chama Bardo (do Budismo). Essa região contém um tipo de vibração que não alimenta a base da memória. Significa que há uma completa dissipação de memória das vidas anteriores. O que quer que fique das vidas anteriores é retido nos planos akashicos, no mar de cristal, e quando um ser volta a encarnar, os átomos semente não contêm memória, mas a síntese vibratória. Síntese vibratória é o resultado qualitativo, memória é a crônica do que aconteceu numa vida anterior.

Ao atravessar o Bardo perde-se completamente a memória da vida anterior. Estas crianças diamante, todas elas não atravessam o Bardo. Significa que, se elas tiveram vidas na Terra lembram-se de todas, se vêm de outros planetas lembram-se de tudo, se trazem determinada tarefa, aos 5, 6 anos falam abertamente nessa tarefa.

O adormecimento do espírito produzido pelo cérebro físico não atua sobre estes seres. Têm curvas de envelhecimento muitíssimo longas. Não se sabe quantos anos vão viver. A oxidação celular é muito baixa e quanto às hélices de ADN é muito provável que elas já tenham as 12 hélices de ADN que neste momento estamos a aprender a reconstituir.

No momento em que o ser está em oração, está a aprender a reconstituir a 3ª hélice de ADN. Quando te unes ao Pai, estás a enviar uma ondulação que facilita a reconstituição da 3ª hélice de AND, assim sucessivamente até à reconstituição das 12 que era o código genético adâmico original, o código genético dos Adões e Evas era de 12 hélices de ADN. Claro que não era um Adão e uma Eva, mas essa raça cósmica que veio acelerar a evolução da Terra.

Nós temos 2 hélices de ADN e à medida que aprendemos a orar de uma nova forma estamos a reconstituir a 3ª hélice.

As crianças índigo (80% atualmente) trazem uma nova forma de oração. Na antiga forma eu pedia que algo acontecesse, visualizava um acontecimento, dava um prazo e em muitos casos combinava um preço. Temos um santuário no centro do país todo dedicado à velha forma de oração. Tudo bem!

Na nova forma de oração tu visualizas-te completamente no amor, na paz. Tu pedes ao Pai o advento da plenitude em ti. Tu concentras-te no estado em que queres estar e não no instrumento através do qual sentes que vais chegar a esse estado.

Tudo o que os seres humanos buscam é plenitude, equilíbrio, harmonia. Na antiga forma de oração, as pessoas ficavam do lado de cá da desarmonia e iam dizendo ao Pai o que é que achavam que era necessário para ficarem completamente em harmonia.

Na nova forma de oração eu antecipo-me e ofereço-me para ficar em harmonia e não conta como é que eu vou ficar em harmonia. Então, eu peço paz, equilíbrio e visualizo-me (isto é essencial) nesse estado. Tu oras ao Pai como se Ele já tivesse respondido à oração. E há uma oração de gratidão, de alegrai e de união com essa paz central.

Acontece que a tua consciência, com essa nova forma de oração sofreu uma mutação, não está mais no: “eu quero receber”, mas, “eu recebi” e, de repente, os contadores cósmicos dizem: “espera aí, há aqui um erro, aquele ali está no estado de quem já recebeu, mas segundo as nossas contas, nós ainda não lhe demos, estamos atrasados”, então, os anjos vêm a correr…

Eu crio uma consciência de quem já se firmou no ter recebido. Eu estabilizo-me, abro-me e agradeço uma coisa que, segundo a antiga estruturação quântica, ainda não recebi e peço paz e harmonia. A oração consiste em ter uma fé tão poderosa nas energias superiores que tu verdadeiramente emites uma onda de quem já recebeu e a tua consciência, em termos quânticos, não está mais em fase com o antigo varrimento. Conclusão: O Universo tem de se atualizar. Tu vais da solução para o problema. Nós temos que assumir a nossa parte de divindade.

No antigo diálogo eu era todo humano e a meta era o todo divino. Nesta nova forma de oração tu necessitas de assumir uma parte da luz interior, então, o divino que dá e o divino que recebe são um só, e assim, o campo vibratório à tua volta altera-se, e a realidade, as forças, os elementais e o carma, inclusive, têm que seguir esse conduto que tu crias-te na fé.

Na fé porque é necessário um grau de loucura e de fé para conseguir entrar nisto, tens que estar à frente do teu tempo. Precisas de orar da 4ª dimensão, onde o templo não é importante, para dentro da 3ª dimensão onde o tempo conta, e se tu oras já na 4ª dimensão, as leis da 3ª dimensão começam a alterar-se.

Não é possível pedir coisas, porque ao criares objetivações, tu cais todo dentro da 3ª dimensão outra vez. É necessário que o ser comece por pedir estados, não coisas, é para pedir um estado total, uno, pleno, sem hiatos e uma vez isto conseguido, começam a aparecer coisas.

Então, estas novas crianças trazem uma escola dentro delas que as ensina a orar de cima para baixo, duma dimensão una para uma dimensão fragmentada e trazem uma certeza profunda do nosso patrimônio espiritual e da nossa identidade cósmica, daí para baixo.

Devemos ter consciência que, como vigilante tu és a ombreira da porta de muitos seres. Implica um alinhamento, uma responsabilidade e um trabalho que é como um cirurgião em que um corte 3cm a mais é fatal. Ao mesmo tempo em que deixamos esta responsabilidade entrar, é importante que estejamos todos semideuses e a rirmo-nos disto tudo em simultâneo, porque é preciso montar e desmontar, montar e desmontar, porque se só ficamos a montar essas coisas, podemos ficar a um passo da omnipotência e aí é perigoso.

Então, eu preciso trabalhar isto de forma que o meu veículo vá ficando plástico à luz, sem rigidez, lúcido, mas ao mesmo tempo flexível. Assim, tu estás a trabalhar para dois grandes grupos: as crianças índigo e as crianças diamante. Chama-se diamante porque a zona que equivale, simbolicamente, ao diamante, a pineal, é muitíssimo forte nesses bebes. Vão ter poderes de cura fortíssimos, sufocam na aura opressiva das grandes cidades, eles não conseguem viver aí ou então invertem - o que é particularmente grave - e tornam-se extremamente negativos.

As ilhas de luz são habitats onde as qualidades das crianças índigo e diamante se pode exprimir. Nós estamos facilitando o advento de uma nova Raça. Muitos destes sintomas vão ser vividos em nós. Isto é a preparação para a 6ª Raça. Nós estamos na 5ª Raça e estamos a passar da 5ª Sub Raça da 5ª Raça para a 6ª Sub Raça da 5ª Raça que contém o gérmen ligado ao Manu que contém a ressonância que conduz à 6ª Raça.

É necessário abrir o campo vibratório para uma paixão serena pelas novas crianças, pelas ilhas de luz e pelo grande abraço que os vigilantes estão a aprender a dar.

Aquilo a que se chama, exotericamente, a cruz mutável, que é onde a humanidade comum está crucificada, caracteriza-se por uma tendência para ter. Os discípulos saíram da cruz mutável e entraram na cruz fixa.

A cruz mutável corresponde ao cristo oculto, ele está lá, mas não se exprime cá fora. Isto é o estado da humanidade inteira. Nós estamos a aprender a sair da cruz mutável – fogo fricativo, 3º Raio – e chegar à energia de 2º Raio. Estamos a transferir força do plexo solar – ter – para o 2º Raio – coração, amor.

Esta cruz fixa é a cruz do cristo crucificado, corresponde ao momento em que o indivíduo de mil e uma influências encontra a única que o move. A força motriz do Homem é a paixão, que é o que nos faz passar da cruz mutável (cruz suástica) para a cruz fixa (dos discípulos) e o que nos faz passar da cruz fixa para a cruz cardinal (dos iniciados) é outra vez a paixão. Paixão é a fusão entre consciência e ação (Eros do grego). A cruz fixa é o perfeito equilíbrio entre o vertical e o horizontal.

O homem comum está a aprender a sair da suástica e a sonhar com a cruz fixa.

O vigilante está a aprender a estabilizar-se na cruz fixa e a começar a vislumbrar a cruz cardinal, mas a transição faz-se sempre por paixão.

Por André Louro de Almeida
Texto enviado por Sonia Brilha

POSSO SALVAR O MEU CASAMENTO?


POSSO SALVAR O MEU CASAMENTO?
Perguntas e Respostas por Jennifer Hoffman.
12 de Outubro de 2012



Querida Jennifer: "Fui casada por mais de vinte anos e tenho que admitir que os últimos cinco anos foram especialmente difíceis. Meu marido começou a beber, já não mais está disposto a conviver comigo. Acho que ele pode estar tendo um caso e tenho estado tão chateada que já ganhei mais de vinte quilos. Sinto que o meu casamento e a minha vida estão se desintegrando e não posso me concentrar em nada mais. Como posso salvar o meu casamento e renovar o interesse do meu marido em nossa vida juntos?"

Resposta de Jennifer:

Quando eu li a sua pergunta, tive a sensação de que algo estava sendo omitido em sua história e é isto o que aconteceu há cinco anos para criar esta mudança em seu relacionamento. Embora você pense que o seu marido mudou, ele está apenas reagindo a uma mudança que você fez em sua própria energia.

Isto mudou o alinhamento energético em seus relacionamentos e você está ciente do seu medo, porque o seu alinhamento energético mudou. Seu ciclo Cármico com ele foi ativado e o que fazer em seguida é muito importante para ambos. Embora não sinta isto, você tem o poder de mudar esta situação, para que isto ative o bem mais elevado de todos.

Quanto mais você se concentrar em seu medo do término do seu casamento, mais você está criando o potencial para isto.

Sei que é difícil não se concentrar nisto quando isto está diante de você todos os dias, mas nós atraímos ao que damos energia e agora, a sua energia está se dirigindo para os seus medos em relação ao seu casamento. Sinto também que você não está prestando atenção a outras áreas de sua vida e está esperando ver o que o seu marido fará para começar a viver a sua vida novamente.

Você já considerou que tudo isto, incluindo o seu comportamento, é parte do seu ciclo Cármico com ele?

Quando mudamos a nossa energia, todos ao nosso redor são afetados, especialmente os nossos parceiros de vida.

Ele não a está rejeitando e isto não é pessoal: você criou um efeito cascata que o está forçando a se examinar e à sua vida. Desde que você mudou a forma com que ele pode se conectar com você, o que acontece quando mudamos a nossa energia, ele também está se sentindo desconfortável e rejeitado, e ele está apenas com medo do término do casamento como você, porque você não é mais a mesma pessoa.

O que você pode fazer?

Em primeiro lugar, deixe de estimular os seus medos e os dele.

Determine a sua intenção de ter um casamento amoroso, gratificante e divertido. Desperte a cada dia e afirme como a sua vida e o seu casamento são maravilhosos, quanta diversão você tem com o seu marido, como ele é amável e atencioso, o quanto você ama a sua vida. Faça isto a cada dia, durante o dia todo.

Você verá uma mudança começar a acontecer imediatamente, porque está sem medo e dando um caminho mais poderoso para que a sua energia siga. Você também está lhe assegurando que está ainda aí para ele, estabelecendo novas vias energéticas em sua vida e o convidando para participar delas. Então, viva a sua vida e deixe de esperar por ele.

Saia com os amigos, exercite-se, faça coisas que gosta fazer e o convide para acompanhar. Se ele disser “não”, então vá de qualquer maneira. Quando ele deixar de se sentir pressionado a mudar com você, ele se tornará mais disposto a se unir a você.

Isto não é uma promessa de que o seu casamento permanecerá intacto, pode ou não pode. Mas se ele não puder encontrá-la em seu nível energético, ambos serão capazes de fazer as próximas escolhas sem medo, raiva, ressentimento ou arrependimento.


www.urielheals.com
Tradução: Regina Drumond 
reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

SABEDORIA DOS ANJOS - COMPREENSÃO


COMPREENSÃO
SABEDORIA DOS ANJOS
com Sharon Taphorn
12 de Outubro de 2012


A Compreensão traz o conhecimento.

O conhecimento traz a compreensão. Nem sempre é o que você aprende em um livro: confie que quando você precisar de algo, ele estará disponível para você. O discernimento é a chave quando você está procurando a compreensão fora de si mesmo. A confiança é a chave quando você está buscando a compreensão em seu interior.

Faça as perguntas e você encontrará uma resposta que seja adequada para você no momento. Faça a pergunta novamente mais tarde e você perceberá que a resposta mudou. Não é que a verdade tenha mudado, é que a sua compreensão se torna maior, à medida que você evolui.

Saber que você sempre pode encontrar o que precisa, quando precisar, liberta-o para perseguir os seus sonhos. Você tem sempre a liberdade de escolha. Peça aos anjos para ajudá-lo a ver as alternativas e a ajudá-lo a agir com amor. Para que lhe dê a coragem de seguir o seu coração e a liberdade das restrições e para voar mais alto. Escolha ser livre, e ser você mesmo. Leve o conhecimento de que você é surpreendente e que pode criar qualquer coisa que deseje.

Afirmação: “A compreensão e o conhecimento estão sempre disponíveis para mim, trazendo-me a liberdade para perseguir os meus desejos.”

Você é ternamente amado e apoiado.

Os Anjos


Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,Děkuji,Kiitos
Direitos Autorais ©2012 por Sharon Taphorn
Todos os direitos reservados.
www.playingwiththeuniverse.com
Permita que haja a paz em seu coração
Ame incondicionalmente
♥♥♥
Tradução: Regina Drumond 
reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

KRYON - PARA TODAS AS CRIANÇAS, DE 0 A 100 ANOS!



PARA TODAS AS CRIANÇAS, DE 0 A 100 ANOS!
KRYON



Por alguns anos, muitos têm perguntado se é possível que haja uma canalização de Kryon feita especialmente para as crianças. Desde que todo o assunto sobre as crianças índigo foi publicado pela primeira vez em um livro de Kryon, parecia muito apropriado que ele pudesse e faria tal coisa.

Portanto, para aqueles que requisitaram, nós apresentamos uma das duas canalizações gravadas e transcritas a partir de Kryon enquanto nos sentávamos com crianças em um seminário no Texas há alguns anos atrás. Havia uma sala cheia de crianças, com idade variando de 3 a 12 anos.

Havia também um casal de bebês, e alguns pais e avós que também desejavam participar! A apresentação começa com minha introdução, e se encaminha para Kryon se dirigindo diretamente às crianças. Tendo sido publicado pela primeira vez no The Sedona Journal of Emergency, em 2001, este texto esteve enterrado em um armário durante todo este tempo, e apenas recentemente foi descoberto e transcrito.

Lee falando ao vivo...

Oi crianças!
Dou as boas-vindas a todas vocês.

Eu percebo que o mais jovem tem aproximadamente dois meses e o mais velho aproximadamente 74 anos de idade. Não levante suas mãos se você for o mais velho, eu sei quem você é!

Esta não é uma ocorrência usual. Só fiz isso apenas uma outra vez anteriormente, e imagino que eventualmente haverá uma situação onde este tipo de canalização curta será publicada em livro, algum dia. Se fizermos uma dessas por ano, no entanto, demorará décadas antes que o livro seja compilado!

Se você está aqui e tem entre 9 e 20 anos, eu peço desculpas por terem vindo para uma canalização para crianças, pois todos nós sabemos que vocês não são mais crianças, não é mesmo? [Piscadas de Lee.] Mas, na verdade isto é para todos nós, mesmo que as crianças estejam aqui só para isso.
[Uma criança na audiência grita. Lee faz uma pausa e olha para a criança.]

Às vezes, me sinto exatamente igual a você!
Mas não posso fazer isso! Os adultos não me deixariam.
Está bem, isto é apenas para crianças.

Não sei se vocês sabem o que é uma canalização, mas não é uma coisa esquisita ou estranha, pois vocês mesmos fazem isso algumas vezes, apenas não admitem. Eu sei que vocês fazem!
É quando vocês conversam com seus anjos e recebem respostas.
Alguns de vocês até mesmo vêem os anjos, mas não contam sobre isso aos adultos.

Vou dizer o que vai acontecer agora: eu sou Lee Carrol, este é meu nome e irei me juntar com um anjo chamado Kryon.

Talvez vocês não vejam um anjo ou mesmo grandes asas ou coisas do tipo, mas fecharei meus olhos, e nós teremos uma mensagem especial para vocês vinda deste anjo especial.

Vocês provavelmente escutaram o nome Kryon antes, pois é por isso que todos esses crescidinhos se sentam aqui com vocês. Na verdade, eles os trouxeram aqui. Mas este momento é para vocês; portanto, finjam que eles não estão na sala.

Tudo isto é a respeito de um anjo especial, Kryon, e uma mensagem especial apenas para vocês. Vocês não precisam fechar seus olhos quando eu fizer isto. Na verdade, vocês não precisam fazer nada, mas eu os convido a apenas observarem e escutar.

Quando Kryon chega, pode haver uma história para vocês... deixem-nos ver o que acontece.

[A sala fica em silêncio.]

Saudações, meus queridos, e pequeninos,
Eu Sou de fato Kryon do serviço magnético!

Não deixem isto iludir vocês, porque na verdade eu sou um anjo, e algo sobre mim é diferente com relação a vocês e aos adultos que estão aqui. Isto é porque eu nunca fui um ser humano, nunca!

Mesmo que seja difícil explicar, isso significa que tenho alguns dos sentimentos das crianças. Isso também significa que eu posso compreender o que vocês estão pensando. Isso me permite amar e auxiliá-los melhor!

Antes de começarmos com nossa história, nós falaremos para aqueles que são apenas um pouco mais velhos do que vocês, que também estão nesta sala e lendo as palavras em uma página que será impressa algum dia. Peço que sejam pacientes por alguns instantes enquanto falamos para eles. Depois disto, nós começaremos a nossa história.

Para vocês, meus queridos, que não são mais crianças, mas que podem se lembrar de alguns anos atrás quando eram, gostaria de lembrar-lhes de algo: vocês se lembram de quando eram pequeninos e olhavam para os adultos?

Talvez tenham visto algo nos crescidinhos sobre o qual nunca falaram a respeito.
Isto é porque era muito privado, mas eu sei o que vocês pensaram naquela época.

Vocês olharam para os adultos e disseram para si mesmos: "Eu não quero ser daquele jeito porque os crescidinhos perderam a sua graça! Eles não riem mais. Eles não sabem mais como brincar."

Então, a mensagem para vocês é esta: não percam a alegria das crianças, pois a alegria dos pequeninos que se sentam aqui é preciosa! É o catalisador para a iluminação! E pode ser mantida por todas as suas vidas. Vocês ainda podem brincar!

Este é um momento precioso para vocês, mas é também um momento quando são capazes de se esquecerem da alegria. A escolha é sua.

Os adultos usam alguns ditados que são assim: "Quando era uma criança, eu falava e pensava como criança, mas quando eu cresci, eu deixei de lado as coisas de criança."

Agora, nós dizemos a vocês, não deixem a criança de lado! Mantenham a alegria que sempre estará lá e é o segredo para encontrarem o anjo invisível que está dentro de vocês.

Agora, nós nos dirigimos aos pequeninos.

Eu agora falo a vocês como um anjo, e tenho uma mensagem que até nem mesmo os crescidinhos nunca escutaram antes.

Crianças, vocês sabem que os anjos nunca crescem?
É verdade! Eles têm sempre a mesma idade.

Os crescidinhos vêem os grandes anjos e pensam que eles são anjos crescidos também, mas eles nunca são. Eles são sempre crianças em grandes corpos. Eles têm sempre a mesma idade. É um tipo de segredo, mas eu acho que vocês sabem disso, não é mesmo?

Nós temos algo mais para dizer a vocês, e é isto: há um anjo com vocês em todos os momentos. Sabiam disso? Vocês podem dizer: "Eu nunca vi meu anjo. O que você quer dizer, Kryon?" Eu direi.

Conheço uma história sobre uma pequena criatura que também tem este mesmo problema. Ele costumava dizer: "Existe uma coisa que eu nunca vi, então como posso saber que ela está lá?"

É uma história sobre coisas que não se pode ver, feita especialmente para vocês.

Este anjo, Kryon, que está falando com vocês agora mesmo, e que também é uma criança, sabe como contar estas histórias com a ajuda do meu parceiro, Lee, que também nunca cresceu! [Risadas da platéia.]

Nós gostaríamos de contar a história de Bernie, o pássaro.
Bernie, o pássaro, era o pássaro que tinha medo de voar.

Queremos contar a história de como isto aconteceu, porque é uma história maravilhosa, freqüentemente contada na passarolândia. Todos os pássaros se lembram de Bernie, o pássaro que tinha medo de voar.

Bernie cresceu em um ninho extremamente elevado.
Vocês devem saber como os pássaros são ensinados a voar.
É algo espetacular, mas também muito amedrontador.

Porque quando um pequeno pássaro está preparado, a mamãe e o papai pássaros, gentilmente empurram-no para fora do ninho quando não estão olhando! Vocês sabiam disso?

Os pássaros caem naturalmente, mas logo, logo, de alguma forma, eles sabem que precisam abrir suas asas e começar a planar, e ao fazerem isso, de repente, o vento lhes dá sustentação e então eles sobem!

A queda, anterior ao momento em que abrem suas asas é muito difícil, mas mamãe e papai pássaros não podem ensinar-lhes a como voar dentro do ninho.

Pensem sobre isto!
Não se fazem muitos vôos dentro de um pequeno ninho!

Bem, Bernie não queria saber de nada com relação a este processo. Ele viu sua irmã quando foi empurrada para fora do ninho em uma destas manhãs e observou que ela caía, caía e caía. E, no último segundo possível, sua irmã abriu suas asas e planou como louca. Finalmente ela voou! Mas para Bernie parecia que ela houvesse quase caído no chão antes que soubesse o que fazer, e Bernie ficou apavorado. Ele não queria nem saber de voar!

Bernie disse: "Não há nenhuma razão para que eu deva fazer esse tal negócio de voar.
Há algo de errado com todo esse sistema."

Bernie convenceu seu irmão, Bobbie, de que esse negócio de voar era uma coisa estúpida.

Bobbie também não queria saber de voar e correu para sua mãe para contar-lhe sobre isto. Bobbie disse que não desejava voar, pois tinha medo e, na verdade, não precisava disso, já que o ninho era um lugar legal e ele queria permanecer lá. Mamãe deu uma longa olhada para ele e imediatamente empurrou-o para fora do ninho!

Bobbie caiu, caiu e exatamente no fim, abriu suas asas e planou, planou e para cima ele foi. Bernie assistiu a tudo isto. Ele era o mais jovem, tendo nascido pelo menos dois minutos depois de todos os outros, e sabia que seria o próximo.

Pensou consigo mesmo: "Não me importa se meu irmão e minha irmã passaram por isto. Ninguém vai me empurrar para fora deste ninho, porque eu não preciso voar. Isto não é para mim!" - Bernie precisava fazer um plano.

Uma noite, quando todos estavam dormindo, Bernie encontrou uma corda.
Era algo que papai havia trazido para o ninho para dar-lhe suporte.

Às vezes, ao construir um ninho, todo tipo de coisas se combinam para torná-lo mais forte, e lá estava uma corda enterrada entre os gravetos e folhas que compunham o ninho. Bernie decidiu amarrar esta corda à sua perna, e a outra ponta a uma parte firme do ninho, de forma que, se sua mãe o empurrasse para fora quando não estivesse esperando, ele cairia apenas alguns centímetros e seria salvo da queda.

[Gargalhada de uma criança.]

Hei, era um ótimo plano!

O problema é que Bernie nunca tinha ido a nenhum acampamento para escoteiros; portanto, ele realmente não sabia como fazer nós de pássaros! No entanto, ele fez o melhor que podia e deu um nó o qual pensou que funcionaria e o escondeu cuidadosamente ocultando-o da visão de sua mãe quando ela estava por perto. Exatamente na noite seguinte, quando ele estava dormindo, sua mãe o empurrou para fora do ninho!

Funcionou!
Ele foi para baixo e a corda o segurou.
Lá estava Bernie, pendurado no ar a uns 20 centímetros abaixo.

Estava um pouco escuro e mamãe, pensando que estivesse lá embaixo, planando e aprendendo a voar, voltou a dormir. Bernie se segurou lá silenciosamente, pensando o quão esperto ele era. Então, escalou a corda com seu bico e se aninhou de volta em seu lugar quentinho e macio.

Ele estava muito feliz por não ter que voar e cair como sua irmã e seu irmão.
Então ele voltou a dormir.

Na manhã seguinte, quando sua mãe acordou, ela viu Bernie lá, no ninho, com a corda amarrada e tudo, e então disse para ele: "Bernie! O que você faz aqui?" Ela apontou [com seu bico] para a corda, que Bernie havia esquecido de tirar de sua perna. Estava muito brava. "Acho que é a hora do papai assumir o controle!" ela exclamou. "Ele conversará com você sobre tudo isto."

Bernie pensou consigo mesmo: "Como sou estúpido! Me esqueci de tirar a corda! Agora o papai vai entrar em cena. Droga!"

Papai, de fato, voltou para o ninho em tempo.
Ele era um enorme pássaro com um monte de penas.
Bernie tinha um pouco de medo do seu pai devido ao seu tamanho.

Mas papai era um pai amoroso e perguntou a Bernie: "Bernie, o que está acontecendo? Todos os pássaros voam. Apenas olhe ao seu redor. Todos estão voando. Isto é coisa dos pássaros, e você precisa aprender! Por que você não deseja voar? Por quê?"

Bernie pensou por um momento e disse: "Tenho medo, papai."

"Por que você tem medo?" perguntou o pai de Bernie. "Observe sua irmã, seu irmão, eu e sua mãe. Todos nós voamos. Olhe ao seu redor. Seus amigos voam... pássaros voam, Bernie. Você é um pássaro."

"Papai, eu tenho medo porque não há nada lá! Você fala sobre o ar que se supõe deva sustentar nossas asas. É invisível. Quase não funcionou. Você viu meu irmão e minha irmã quando caíram? Eles quase não conseguiram!"

Seu pai pensou por um momento: "Mesmo que você não consiga ver o ar, Bernie, ele estará debaixo de suas asas. Tudo o que precisa fazer é abrir suas asas e enquanto estiver caindo o ar irá conduzi-lo para cima. É assim que todos nós voamos. É invisível, mas está lá."

"Isto é apenas magia", disse Bernie. "Você não pode ver o ar. Você não pode me dizer que existe ar, porque você não pode vê-lo. Não está lá. Talvez a mágica funcione para você, mamãe, meu irmão e minha irmã, mas eu preciso ver isto antes que acredite. O ar é invisível. Como vou saber que você não está tentando me enganar? Eu não sei como voar, mas não existe tal coisa como o ar porque eu não posso vê-lo."

Bernie fez uma pausa e então continuou: "Papai, eu quero entender isto. Olha, por que eu preciso voar? Gostaria de iniciar uma nova linhagem de pássaros, chamados Pássaros Andantes. [Gargalhadas.] Por que preciso ser igual a todo o resto? Eu terei uma boa vida. Eu descerei pela árvore, encontrarei um pequeno inseto, e então retornarei para cima da árvore. Terei uma boa vida. Encontrarei uma esposa Pássaro Andante em algum lugar. Nós teremos passarinhos Andantes. Uma nova linhagem irá nascer. Algum dia, eles olharão para trás e dirão: ‘Este foi o início da grande linhagem chamada Pássaros Andantes’."

O pai de Bernie olhou para ele por um longo tempo.

E então murmurou: "Pássaros Andantes?" fazendo cara de louco. "Bernie, acho que já é hora de apresentá-lo a Sigg."

"Quem é Sigg?", perguntou Bernie um pouco hesitante.
"Bem, é um pássaro migratório, o Doutor Cérebro de Passarinho."
[Risadas.]

"Precisaremos chamar Sigg para ver você. Mas, Bernie, o Doutor Cérebro de Passarinho é muito sensível. Não o chame de Doutor Cérebro de Passarinho. [Trocadilho da língua inglesa: Birdbrain significa estúpido]. [Risadas.] Esteja certo de chamar-lhe de O Pássaro, Doutor do Cérebro. Nenhum médico deseja ser chamado de Cérebro de Passarinho."
[Gargalhadas.]

"Papai, não importa o que o Dr. Sigg irá me dizer. Ninguém pode me convencer de que o ar é real. Eu não posso vê-lo."

Então, aconteceu.

Mais tarde naquela noite, Bernie estava dormindo, sua mãe veio até ele silenciosamente e lentamente retirou a corda de segurança que ainda estava em sua perna. Então, ela o empurrou para fora do ninho!

As coisas aconteceram muito rápido.
Ele caiu e caiu. Foi uma experiência horrível!
Ele estava muito amedrontado.
Ele se sentiu congelar de medo.
Observou os galhos da árvore passarem rapidamente e o chão se aproximando cada vez mais.

Pensou consigo mesmo: "Eu preciso abrir minhas asas, mas eu não acredito no ar. Não posso acreditar porque ele não é real; não posso vê-lo. Não posso fazer isso!"

Dito e feito, ele não abriu as asas.

Ele estava se dirigindo diretamente para o chão e sabia que ia cair de bico, acabando como uma vareta cravada no solo... com suas pernas apontando para o ar!

Terminaria petrificado no chão de cabeça para baixo. Ninguém seria capaz de retirá-lo de lá, e ele seria como uma estátua no parque. Ele sabia o que os pássaros faziam com as estátuas humanas, e ficava imaginando o que os humanos fariam com uma estátua de pássaro!

De repente, Bernie acordou.
Era tudo um sonho! [Gargalhadas.]
Que pesadelo havia sido aquele!

Pen, Pen...

Bernie acordou pela manhã, como de costume.
Lá estava ele, o Pássaro, Doutor do Cérebro.
Sigg estava lá, bem no horário.

"Bom dia, Bernie," disse Sigg.
"Bom dia, Senhor Doutor Cérebro de Passarinho."
"Eu sou Pássaro, Doutor do Cérebro", disse Sigg. "Não se esqueça disso, filho."
"Ok, Doutor Cérebro de Passarinho."
"Bernie!" exclamou o Doutor!
"Desculpe-me, desculpe-me", disse Bernie... mas, na verdade, não sentia nada.
[Risada de uma criança.]

"Bernie, do que tem medo?" perguntou o doutor sinceramente.

E Bernie começou de novo:

"Eu não posso acreditar no ar. Eu também não posso vê-lo. Eu sei que todos vocês estão voando... flap, flap, flap... [Bernie estava fazendo uma gozação com o ato de voar]. Mas, isto não funciona para mim, pois eu preciso vê-lo! Senhor Doutor Cérebro de Passarinho... senhor."

Sigg franziu as sobrancelhas para Bernie devido ao seu tom irônico.
Bernie estava se divertindo.

Ele sabia que o Dr. Sigg não gostava de ser chamado de Doutor Cérebro de Passarinho, no entanto, toda vez que se dirigia a ele, Bernie dizia "Senhor Doutor Cérebro de Passarinho".

Sigg disse a Bernie: "Bernie, você está com medo porque não pode ver o ar. Mas do que realmente tem medo?"

"Bem, Doutor Cérebro de Passarinho, senhor, eu tenho medo de cair e morrer de encontro ao chão, que parece se aproximar muito rápido quando os pássaros caem do ninho. Estou apavorado!"

Bernie, achou aquela uma pergunta estúpida e portando, respondeu de forma estúpida também.

"O que exatamente faz um pássaro cair?" perguntou Sigg ao seu jovem aluno.
"Bem, ehh, eu acredito que seja a gravidade", disse Bernie.

"Hmmm. Gravidade." Sigg fez uma pausa.
"Sabe, Bernie, você não pode realmente ver a gravidade, pode?"

Bernie pensou por um momento.

"Bem, não. Não, eu não posso ver a gravidade."
"Mas, você acredita na gravidade, Bernie. Então mostre-me?"

Bernie pensou e então falou.

"Bem, eu posso lhe mostrar a gravidade. Se eu pular para fora do ninho, cairei e morrerei.
Ha, ha! Isto é a gravidade."

Bernie estava orgulhoso por ter respondido à difícil pergunta.

"É exatamente isto!" disse o doutor. "Você pode provar que ela existe tão logo pule para fora do ninho. Bernie, você também pode provar que o ar existe, assim que pular do ninho, tanto quanto a gravidade, pois ele também está lá, assim como a gravidade. Você não pode vê-lo, mas ele está lá."

Bernie não gostava do rumo que a conversa estava tomando.
Sigg, por outro lado, havia terminado sua consulta e então partiu... voando como fazia.

Ao invés de pular para frente e voar, Sigg gritou para Bernie enquanto pulava para fora do ninho, indo para baixo, parecendo cair.

"Gravidade, Bernie!" gritou Sigg enquanto caía em linha reta.
"Ar, Bernie!" disse Sigg enquanto abria suas asas totalmente.

E então ele planou suavemente.
Podia-se ouvir o Doutor Cérebro de Passarinho enquanto se afastava...

"Os dois são invisíveis... os dois são reais!"

Bernie ficou em silêncio por um bom tempo.
Ele pensou e pensou.

Finalmente disse:

“Sabe de uma coisa, o Doutor Cérebro de Passarinho está certo. Só porque não posso ver algo, isto não quer dizer que não exista. A gravidade está sempre aí. Talvez, o ar também. É disso que eu realmente tenho medo. Não saberei enquanto não tentar.”

Sigg, O Pássaro, Doutor do Cérebro, mostrou para Bernie que era interessante o fato de haver algo que não se pudesse ver, como a gravidade, mas que se soubesse que estava lá, já que alguém poderia morrer se caísse de uma grande altura. Mas, ele também mostrou que Bernie não acreditava em algo tão maravilhoso como o vôo, usando-se o ar para isso.

Bernie percebeu que ele estava realmente com medo da gravidade!
Talvez o ar invisível pudesse ser como a gravidade invisível, porém podendo salvá-lo?

Bernie decidiu que voaria no dia seguinte.
Ele seria corajoso e então contou a todos os pássaros da floresta e dos outros ninhos a sua façanha.

Disse a todas as crianças-pássaro que estavam observando:
“Eu vou conseguir! Eu vou conseguir!”

Na manhã seguinte, Bernie se colocou na ponta do ninho.

Muitos se juntaram para ver, afinal de contas, toda a comunidade dos ninhos sabia sobre o problema de Bernie. Parecia que sempre que o Pássaro, Doutor do Cérebro, visitava algum pássaro, todos os outros ficavam sabendo. Esta é uma outra história e será contada em outra ocasião.

Bernie permaneceu firme.

Mais uma vez ele anunciou a todos que era hora de confiar naquela coisa invisível chamada AR! Falou por um bom tempo sobre confiança e sobre coisas invisíveis, e então com grande coragem e cerimônia, se lançou ao ar caindo do ninho!

Imediatamente Bernie se encontrou balançando de um lado para o outro a uns 20 cm abaixo do ninho. Ele se esquecera de desamarrar a corda!

[Risadas.]

Bernie ficou muito embaraçado e se sentiu humilhado.
Toda a floresta estava rindo!
Até os não pássaros estavam rindo.
Ratos e esquilos também!

Ele podia escutar a floresta ecoando com as palavras:
"Pássaro Andante... o grande Pássaro Andante!"

Então, Bernie soube que tudo o que havia dito havia sido espalhado por toda a floresta.
Ele precisava acertar.

Ele subiu de novo pela corda, deu uma outra inspirada naquela coisa invisível chamada ar, e olhou ao seu redor. A floresta estava silenciosa mais uma vez.

Vocês sabem, bebês pássaros não fazem isto por conta própria. Eles são surpreendidos enquanto dormem e são empurrados para fora do ninho quando menos esperam. Nunca fazem isto por si mesmos.

De alguma forma, os outros pássaros sabiam que estavam vendo algo diferente.
De alguma maneira, os adultos se lembraram de como foi a sua primeira vez.

Bernie, o voador relutante, fundador da nova linhagem chamada "Pássaro Andante", estava próximo a se jogar para fora do ninho... desta vez sem as cordas.

E para baixo ele foi.

O medo tomou conta dele enquanto acelerava em direção ao solo.
Isto não era um sonho. Desta vez era real!

Enquanto Bernie observava os galhos da árvore passando rapidamente, e o chão correndo em sua direção, ele escutou uma voz interna dizendo: "Asas! Asas! Abra suas asas!"

"Estou com medo. Estou apavorado!" gritou Bernie em sua mente.

Então, finalmente, assim como sua irmã e seu irmão haviam feito, no último momento, ele abriu aquelas pequenas e franzinas asas, que nunca haviam sido usadas e começou a planar.

Com certeza, aquele sistema de suporte invisível chamado ar assumiu o controle.
A magia do vôo, que havia sido tão boa para sua mãe, seu pai e seus irmãos, aconteceu.
Ele sentiu a elevação e foi direto para o alto!

Bernie não se cansava.
Ele voou o dia inteiro.
Voou e voou.

Voou tão alto quanto podia, até que suas asas se cansassem,
celebrando a coisa invisível chamada AR.

Voou ao redor das árvores e gritou: "Vejam! Estou voando!"
Como se nenhum pássaro tivesse feito aquilo antes!

Todos aplaudiram Bernie – não porque estava voando, mas pela coragem do pássaro que havia feito aquilo por ele mesmo.

É uma história simples, não é?
É muito divertido pensar sobre Bernie e sua confiança no invisível.

Agora diremos a todos vocês o que isto realmente significa.
Alguns de vocês já sabem, não é?

Pequeninos, há um anjo com vocês agora mesmo. Há um anjo que nasceu junto com vocês, com o qual vocês podem conversar a qualquer momento que desejarem. É um anjo legal. Um anjo que ama vocês.

Ele tem a mente de uma criança e sabe até o que vocês pensam.
É um anjo que adora brincar com os brinquedos com os quais vocês também brincam.
É um anjo que irá crescer enquanto vocês crescem.
É um anjo que estará sempre disponível e poderá lhes ajudar a qualquer hora.

Alguns de vocês podem dizer: "Eu não vejo nenhum anjo!"
Isto é porque é invisível, assim como o ar era invisível para Bernie.

Nós podemos até dizer que este anjo irá levar-lhes para o alto, mesmo quando estiverem em apuros, mesmo quando estiverem tristes e as coisas não estiverem indo bem. Este é um anjo que lhes dá suporte com uma energia invisível, mesmo quando estiverem caindo na escuridão do medo. Queremos que se lembrem disto, porque esta criança angelical estará com vocês por toda a vida. É bela. Não se pode vê-la, mas como Bernie descobriu, é muito, muito real.

Talvez vocês queiram saber mais sobre seu anjo?
Então apenas perguntem!

Mesmo que não possam ver ou escutar o anjo, como uma pessoal "real", a emoção do amor e da amizade será a coisa "real" que prova que ele está aqui!

Você é um adulto?
Para onde foi o anjo-criança?
Ainda está com você, ou você o descartou enquanto crescia?
Ele sorriu com a história de Bernie?

Talvez seja a hora de encontrá-lo, pois ele nunca vai embora.
É seu para toda a vida, e ele o chama para ir para fora e brincar.

Então, verdadeiramente, esta é a história para o adulto, pois o medo é do adulto e não da criança. É o medo daquele que não deseja deixar o ninho do intelecto e da aparente realidade, voando para as alturas de se tornar uma criança de novo... de brincar de novo, e da alegria de acreditar no invisível.

E assim é!

Kryon

MOMENTO DE TRANSIÇÃO. DIZENDO-LHES O QUE VOCÊS QUEREM OUVIR. HORA DA DECISÃO.


MOMENTO DE TRANSIÇÃO. 
DIZENDO-LHES O QUE VOCÊS QUEREM OUVIR. 
HORA DA DECISÃO.
PERGUNTEM AOS MESTRES
Pelas Vozes Celestiais
12 de Outubro de 2012.



Três questões enviadas aos Mestres Ascensionados nesta semana são de correspondentes nos Estados Unidos, na Finlândia e na Índia. Cada pergunta a sua maneira, traz a questão da tomada de decisão. É uma contribuição valiosa para nós, porque muitas pessoas adiam a tomada de decisão, até que ela não seja mais válida. Os Mestres ensinam que estamos aqui na Terra para encontrar e colocar de lado a negatividade, e substituí-la por energia positiva, enquanto desenvolvemos vidas que expressam a essência do amor incondicional de nossa alma. Os exemplos aqui são úteis para todos os tipos de lições.

A primeira situação aconteceu quando um amigo morreu e fez a transição inesperadamente. A resposta humana daqueles que ficaram, foi imaginar por que isto aconteceu. Os mestres enfatizam que a morte do homem foi realmente decidida por sua alma. A razão para a decisão da alma foi que tudo para o qual ele tinha encarnado, já tinha sido realizado. Quando vocês terminarem o seu trabalho, vocês estão prontos e podem voltar para Casa.

Se este é um exemplo de uma tomada de decisão, mas não plenamente compreendida por aqueles que ficaram a lamentar, as suas questões seguintes se referem a decisões que não foram ainda tomadas, mas que podem ser. Uma é de uma mulher presa pelos esquemas de um playboy casado, que se diverte em enganá-la com conversas amorosas. Mas ela está vendo, através de sua ilusão, o suficiente para questionar se isto tem que continuar mais tempo. Os mestres são diretamente não diretivos na maior parte das situações, mas aqui eles dizem que o resultado deve ser o de enfrentar a verdade e fazer uma ruptura com o seu abusador.

No terceiro cenário, os Mestres dizem que o casamento da mulher é por conveniência do marido. Aqui eles dão uma opção mais definitiva, mas em uma linguagem que deixa pouca dúvida quanto a achar que a separação seja benéfica. Além disto, é para que a mulher tome uma decisão.

A tomada de decisão pode ser muito difícil para muitos que assumem votos que durem toda a vida no casamento de amar e de honrar o seu esposo. Romper o vínculo parece verdadeiramente uma violação da fé e uma coisa “inadequada’ a fazer. Os Mestres, entretanto, vêem a dissolução marital ou a dificuldade na relação pelo que é. E se deixarmos de lado as sutilezas de nossos sistemas de crenças e reconhecermos que as coisas deram errado, nós deveríamos ser capazes de tomar uma decisão de um tipo relevante. Afinal, se o nosso carro fica sem combustível, sabemos que decisão tomar. Quando ocorre o mesmo com os relacionamentos, entretanto, frequentemente nós fingimos que não há nada de errado. Não gostamos de estar “no erro”. Mas no mundo do amor incondicional, nossas almas não sabem o significado de certo e errado.

MOMENTO DE TRANSIÇÃO

Pergunta: Recentemente, um amigo e companheiro querido, faleceu inesperadamente. Vocês disseram que as nossas almas concordam em fazer parte das lições com o outro, enquanto vivemos as nossas próprias lições. Recentemente ele teve um despertar de sua alma, ele era tão ativo! Muitos ao redor dele, estão em um momento de grande mudança e de transição e sentem que este não poderia ser um momento pior para ele partir. Parecia que ele não estava preparado para partir. Há algum propósito maior para a sua partida, ou já era o seu momento, o seu caminho? Ele sabe o quanto é apreciado e como faz falta? - Shelly, Estados Unidos.

RESPOSTA: Cada alma decide quando é o momento de retornar ao Lar. Seu amigo abriu a sua consciência antes de sua transição – tanto que ele se lembrou do amor incondicional e quis retornar a ele. Cada existência – reencarnação – é realizada com a finalidade de aprender lições. Tal lição é se conectar com a sua essência, e através disto, com todas as suas experiências passadas. Assim como uma foto de um local de férias favorito os faz querer retornar para uma visita, também o amor incondicional os faz querer se banhar em sua energia. Seu amigo tinha completado o que ele veio fazer na Terra e era o momento de ele retornar.

É fácil confundir as fantásticas sensações físicas que vocês podem experienciar com a sua interpretação do sentimento do amor incondicional e da união como a energia da Fonte. Com o seu ser físico limitado e a sua compreensão, vocês são realmente incapazes de fazer isto. Seu pensamento de que a sua morte não poderia ter vindo em um momento pior, ancora-a na terceira dimensão e no ego baseado no julgamento.

No Lar não há julgamento, nada é melhor ou pior, apenas é. Sinta a felicidade pelo seu amigo que reuniu todas as suas memórias, habilidades e companheiros de alma em sua energia desejada. Seu corpo físico pode ter parecido pronto para ficar, mas a sua alma estava pronta para partir.

Ele é capaz de cuidar de todos os seus amigos da Terra e ele deseja que estejam todos bem. Ele espera que você seja capaz de realizar os seus sonhos para esta vida e retorne quando estiver preparada, como ele. Há alguns daqueles que permanecem, que ele tinha concordado que agiria como um guia ou conselheiro, uma vez que ele estivesse do outro lado. Tudo o que eles precisam fazer é abrir os seus corações e eles o sentirão. Ele ainda não será capaz de lhes dizer o que fazer; ele somente será capaz de dar conselhos. Todos têm liberdade de escolha e ele não pode interferir.

DIZENDO-LHE O QUE VOCÊ QUER OUVIR

PERGUNTA: Eu gostaria de lhes perguntar sobre um velho amigo que eu encontrei no verão passado. Eu sinto que ele é muito semelhante a mim e aos meus pensamentos. Assim ele diz. Eu tive um marido narcisista antes e agora estou muito preocupada com esta nova amizade. Estou histérica por nada? Quais são os seus interesses em relação a mim? E o seu casamento? Alguém me disse de antemão que eu o encontraria e isto aconteceu. Estou surpresa com tudo isto que está acontecendo. Estou ainda aprendendo algo importante...? – Maria, Finlândia.

RESPOSTA: Você tem dificuldade em interpretar como as pessoas são e o que elas querem de você porque, desde o início, você está muito ocupada tentando agradá-las. Você deseja ser amada e acha que se fizer tudo que a outra pessoa quer, elas irão amá-la incondicionalmente. Você ainda tem que sentir algo deste amor, porque você pode amar e ser amada por outro, apenas na medida em que ama a si mesma. E, simples fato, você não sente que é boa o suficiente para merecer amor, até que tenha satisfeito o outro. Você não se ama.

Este “velho amigo’ parece ser semelhante a você e interpreta as coisas como você, porque vocês compartilham experiências passadas semelhantes que agora lhe parecem muito agradáveis. É fácil recordar, do passado, exatamente o que você deseja. Você está certa em estar um pouco histérica, porque você está sendo manipulada por este homem. Você é um jogo em que ele pode entrar sem compromisso. Ele está lhe dizendo o que ele acha que você espera de alguém que realmente se importe com você.

Ele é casado e neste momento não tem qualquer intenção de terminar esta união. Seu interesse em você é como uma conquista. Ele irá dedicar tanto tempo a você quanto possa, para assumi-la como o seu brinquedo favorito, mas quando ele se cansar, ele irá avançar para outro desafio.

Sua energia é muito forte e pode ser vista cada vez mais perto de você. Mas outra energia será atraída para você se você permitir e lhe trará o tipo de pessoa que será gentil e não ameaçador. Use a sua energia para manifestar uma conexão com um companheiro de alma que deseja estar com você, tanto quanto você com ele. Não se contente com alguém que se aproxime somente para satisfazer as suas necessidades. Crie a sua utopia.

HORA DA DECISÃO

PERGUNTA: Sou casada há 25 anos e o meu marido esteve trabalhando no exterior desde então. Eu tenho vivido sozinha com os meus dois filhos e seu único apoio é o financeiro. Ele nos visita a cada ano, mas sem vínculo de amor, apenas materialista. Estou apaixonada por um homem 10 anos mais velho, a quem me sinto atraída, e ele continua declarando o seu amor por mim, dizendo que podemos ter estado ligados em uma vida anterior. Isto é verdade? - Anônima, Índia.

RESPOSTA: O que você tem é um casamento por conveniência – para o seu marido. Está certo se você acha que este seja o modo que você deve viver a sua vida. Mas você está realmente vivendo a vida dele e não a sua. Todas as decisões estão sendo tomadas por ele. Este arranjo nada tem a ver com amor. É o momento para que você decida se realmente quer viver a vida de um relacionamento amoroso incondicional.

Você já teve um gostinho de como poderia ser a vida com o homem a quem você está atraída. A idade é irrelevante. Os dois estiveram juntos em vidas anteriores e tiveram muitas experiências felizes. Não é o momento de começar a se colocar em primeiro lugar? O que a está mantendo ligada ao seu casamento? Na verdade, não é o que um casamento pretende ser. A única coisa que você tirou realmente desta união são os seus dois filhos, os quais o seu marido imaginou que a manteria feliz e ocupada.

Seus filhos sentem a dor da solidão que você sente e eles desejam o melhor para você. Qualquer mudança deve ser porque você sente que é para o seu próprio interesse. Ame a si mesma o suficiente para criar uma vida que você possa tolerar. Nada é certo ou errado; elas são apenas decisões, escolhas para as lições que você veio aprender. Pense somente em si mesma, mesmo que por uma vez. O que a fará se sentir bem em relação a si mesma e a vida que você está levando?

A tomada de decisões vem com a responsabilidade do resultado, mas é assim que você aprende os seus pontos fortes e fracos. Se você nunca assumir a tarefa da tomada de decisões, você nunca estará no comando de sua própria vida. É fácil estar sob o controle do outro – você nunca tem que fazer nada. Você é como uma flor em um vaso de vidro: você cresce e se desenvolve, mas não interage e cria o seu próprio caminho, fora do seu confinamento.

Você quer ficar engarrafada, ou quer experienciar a vida no mundo?


Fonte: http://violetflame.biz.ly/blog/806321/
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

ADAMUS - CHAMADO PARA A LIBERDADE


OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
Série da Liberdade

SHOUD 1 "Chamado para a Liberdade" 
Apresentando ADAMUS,
canalizado por Geoffrey Hoppe
Apresentado ao Círculo Carmesim
em 6 de outubro de 2012
www.crimsoncircle.com


Eu Sou o que Sou, o livre e soberano Adamus Saint-Germain.

Bem-vindos à nossa nova série, Shaumbra.
Bem-vindos à Série da Liberdade. Hum. Parece boa. Vai ser difícil. [Risadas]
Eu digo isso, vocês riem, mas é verdade.

Vamos tratar de liberdade hoje. Eu diria que, até agora, é talvez a mensagem mais importante que vocês se deram através de mim – a mais importante; talvez não a mais brilhante ou sábia, mas a mais importante; talvez não a mais longa, talvez não a mais curta, mas a mais importante – porque tudo que está acontecendo agora em sua vida tem a ver com liberdade

Tudo que está acontecendo em sua vida tem a ver com iluminação. Tudo que está acontecendo com a transição para fora da velha era tem a ver com liberdade. Tudo. Vocês podem negar. Podem se debater com isso. Hum. Vocês fingem que estou falando com os outros. Mas tudo, tudo pelo qual este planeta está passando no momento tem a ver com liberdade.

Não é de admirar que a energia seja um pouco, hummmmmm, de ansiedade hoje, é?
Você acha mesmo que fazer anotações vai ajudar?
[Risadas quando ele se dirige a uma mulher fazendo anotações.]
Você é livre pra fazer isso.

MULHER SHAUMBRA 1: Obrigada.

ADAMUS: A energia está um pouco tensa. O que vem depois? Hein? O que vai acontecer nesses próximos três meses críticos de sua vida? Hum. Muito críticos. Sim. O que está acontecendo dentro de vocês? Por que tem sido tão confuso ultimamente? Por que tem estado tão nublado? Por quê? [Algumas risadinhas]

Adoráveis fantasias hoje. [Muitas pessoas da plateia estão fantasiadas. Outubro é o mês do Halloween.] Espero que possamos fazer isso todos os meses. Sim. Por quê? Porque demonstra que vocês estão livres. Livres para se vestirem do jeito que quiserem. Não igual a todo mundo na rua. Não de acordo com algo que não permita sua própria liberdade.

Abrindo-se

Assim, vamos respirar fundo, meus queridos Shaumbra e, ao mesmo tempo, vamos abrir o coração. Abrir o coração – o coração mesmo.

Sentiram um pouco de ansiedade, um pouco de tensão no coração quando começamos hoje? Hein? Vamos respirar fundo e abrir esse coração. Como fazem isso? Simplesmente escolhendo e permitindo.

O coração quer se abrir. Ah, vocês tentam mantê-lo fechado, vocês pensavam que não sabiam o que era a energia do coração, fingiam que não sabiam o que era, ah, mas vocês sabem o que é, apesar de o manterem fechado por medo de se ferirem novamente. Bom, vocês vão se ferir de qualquer jeito, então, é melhor abrirem o coração. Vocês vão ferir a si mesmos, Andy. Não é uma boa notícia? [Adamus ri.]

Vamos abrir o coração hoje. Parem de pensar tanto [ele dá um beijo na cabeça de uma mulher da plateia], tanto. E, por falar nisso, vamos abrir a mente também. Sim. Entendam, não é a mente que é o problema. Vocês são o problema. [Adamus e algumas pessoas riem.]

HOMEM SHAUMBRA 1: Normalmente, sim.

ADAMUS: Normalmente, sim. Definitivamente, sempre. Vocês são o problema, e digo isso de maneira muito amorosa. Vocês têm essa coisa chamada mente. Vocês ficam presos na mente. Mas quem coloca vocês lá? [Alguém diz: “Nós mesmos.”] Dãh! Não sou eu. [Adamus ri.] Sim, vocês mesmos. Era um lugar confortável. Era um lugar fechado. Era um lugar limitado para permitir que vocês tivessem algumas experiências interessantes neste planeta, mas agora estamos seguindo além daí. Então, vocês podem abrir a mente também.

Ah, é ainda mais difícil do que abrir o coração. Mais difícil. Por quê? Porque numa mente fechada vocês realmente podem controlar, limitar suas experiências. Podem mantê-las a uma distância confortável para vocês. Podem definir bem as suas experiências e as suas interpretações com relação a elas. Mas, quando vocês abrem a mente, coisas incríveis acontecem. Sim, coisas incríveis acontecem. E, durante um tempo, vocês vão achar que estão perdendo a cabeça, mas não estão. Vocês estão voltando pra si mesmos.

A Questão da Liberdade

Assim, esta é, na verdade, a Série da Liberdade. Observem cuidadosamente a si mesmos, tudo à sua volta, pelos próximos três meses em particular, porque essa questão da liberdade está diante de todos. Todos. Todos mesmo.

É uma questão cósmica, vejam bem. Não é uma coisa só daqui da Terra. Só de vocês. É uma questão cósmica. Não é só o fim de uma era para este planeta ou para o seu sistema solar. É o fim de uma era para toda a criação. Hummmm. Muito emocionante.

Respirem fundo. Abram esse coração; abram sua mente.

E é realmente. É por isso que vocês estão recebendo muitas informações, sensações e feedbacks, e se perguntam de onde diabos tudo isso está vindo no momento. Está vindo de todo lugar. Das suas famílias espirituais – estão vindo delas. Em todo o cosmos está ocorrendo esse despertar, pode-se dizer. Há esse desejo por liberdade, e também há um medo intenso da liberdade, uma ansiedade intensa. Ah, e não é apenas aqui neste planeta que existem debates e argumentações. Os assuntos são diferentes, mas essencialmente têm a ver com liberdade. Está acontecendo em toda a criação neste exato momento.

Entendam, quando o Espírito, o Eterno, presenteou vocês com a soberania potencial, sua condição exclusiva de Eu Sou, Ele disse: “Saia. Descubra-se. Descubra o Eu Sou.” Vocês fizeram, todos vocês fizeram isso. Qualquer ser com alma fez isso. Mas chegaram até um ponto, um ponto que ainda existe, que ainda está em sua forma de energia presa por causa da consciência presa. A consciência de todos os seres angélicos brincava, se divertia e criava o cósmico, as experiências angélicas. Mas, em determinado ponto, essa consciência – a sua consciência, a consciência de suas famílias angélicas, da Ordem do Arco e tudo mais – de repente parou e disse: “O próximo passo é a liberdade.” Liberdade do quê? Bem, essencialmente liberdade do Espírito. Liberdade do Lar. Liberdade de Deus. Liberdade do Eterno. Vejam, como crianças de Deus, todos nós chegamos no ponto de liberar até isso.

Ah! Estou pressionando um pouco. Alguns estão dizendo: “Mas, mas, mas... uh... como eu posso ficar livre do Espírito? Eu não sou o Espírito? O que acontece quando aceito a minha liberdade do Espírito, do Ente Supremo?” Bem, vocês de repente aceitam a condição de Eu Sou e a própria soberania, livres e independentes – algo que o Espírito sempre quis. Sempre quis.

O Espírito deu a cada um de nós o maior dom de todos – soberania, liberdade, o Eu Sou o que Sou. O Espírito não faria de outra forma, não faria só pela metade, não diria: “Vou deixar que você exista, mas vou impor limites pra isso. Vou deixar que exista, mas você será sempre meu. Você veio de mim.” Não. O Espírito, com infinita compaixão e amor, disse: “Vou lhe dar tanto, Pete... Vou lhe dar tudo. Tudo. Até o ponto em que algum dia você tenha total liberdade mesmo de mim. Sempre seremos amigos. Vou sempre saber tudo que você faz. [Algumas risadas.] Vou sempre amar você, mas em algum ponto você vai se libertar até de mim.”

Isso é a verdadeira soberania e a verdadeira descoberta da alma, e o passo mais difícil de todos.

Quando os seres angélicos que brincavam na criação chegaram ao ponto de perceber que era hora para a liberdade e a soberania, a consciência se restringiu, se contraiu, se apertou. O que aconteceu depois? A energia parou de se mover ou, pelo menos, de se mover livremente como fazia. A consciência criou uma situação que levou a um impasse energético. A energia ainda está lá, mas está girando em torno de si mesma em vez de fluir, se expandir e se mover.

A energia começou a entrar em si mesma, e vocês sabem o que acontece quando a energia de vocês não tem permissão para se libertar e se expressar, vocês sabem exatamente o que acontece. Ela vai pra dentro de vocês. Ela começa a destruir vocês. Começa a deixá-los loucos, a criar todo tipo de coisa estranha em sua vida e vocês dizem: “Não sei por que isso está acontecendo.” Sim, vocês sabem. São vocês. A energia tem que fazer algo em resposta à consciência, mesmo que signifique destruir-se, mesmo que signifique aniquilar com o que era falso. Oh, alguns poderiam achar que era verdadeiro, hum? Mas ela vai destruir o que era falso.

Pode-se dizer que a energia continua se movendo, mas vai pra dentro. Vai derrubar algumas daquelas paredes. Vai deixá-los doentes, deixá-los loucos, deixá-los tristes, deixá-los deprimidos, todas essas coisas. É só a energia respondendo à sua consciência. E só se trata de liberdade.

Quando as energias pararam de se mover nas esferas angélicas, há muito, muito tempo, foi quando vocês, seres angélicos, decidiram vir para este planeta – como um meio de entender a consciência e a energia, um meio de entender a si mesmos como seres únicos, um meio de entender a si mesmos a partir de dentro, entrando bem fundo numa experiência.

Vocês sabiam desde o início que mais cedo ou mais tarde o seu próprio chamado surgiria, e aqui estamos nós. Não é só o fim do calendário maia ou de algum ciclo cósmico astrológico nem mesmo o ciclo atlante. É o fim de uma era que tinha vocês como dependentes em algo ou alguém, incluindo o Espírito, Irmã [falando com Kathleen, que está vestida de freira]. É melhor tirar essa velha vestimenta, Padre [falando com Sart, que está vestido de sacerdote]. Liberem isso.

Liberdade do Espírito

Agora, alguns diriam que é blasfêmia. Blasfêmia. Como é possível se afastar do Espírito? Como é possível largar Deus?

Bem, vamos definir a diferença. Deus – criação dos homens. Eu já disse exatamente o que penso de Deus. É uma farsa criada por homens. É, sim. É uma mentira. Ah, é uma enorme mentira, que foi desenvolvida, modificada, refinada ao longo dos anos, divulgada em livros. Teriam sido realmente escritos por Deus? Não. Alguns foram inspirados, sim, para a época, mas esta é uma nova época, uma nova era.

Cauldre está me dizendo que estou pisando em gelo fino. Não, não tem gelo nenhum. Estou caminhando sobre água. [Risadas] E o olhar da minha cara Linda de Eesa...

LINDA: De quem está adorando. [sem convicção]

ADAMUS: Está tão feliz hoje. [Adamus ri.]

LINDA: Está tudo bem.

ADAMUS: Então, Deus – uma criação dos homens. E, daí, vocês usam a palavra “Espírito” como se fosse a mesma coisa. “Espírito” talvez seja um pouco mais legal do que “Deus”, como quer que o chamem, pois é a fonte criadora dentro de vocês. Sim, é a unidade dentro de vocês também, mas agora é hora de se libertarem, algo que o Eterno sempre quis. Por quê? Bem, em termos humanos, pode-se dizer que, para se conhecer verdadeiramente a condição de Eu Sou do Eterno, do Espírito, do Deus Pai/Mãe, como queiram chamar, para entendê-la verdadeiramente, é preciso haver liberdade. É preciso haver uma liberação final do eu, um último deixar ir do eu. Nada mais de controlar o eu e, por um bom tempo, esse eu também foi vocês. Mas, enfim, trata-se de liberação, de deixar ir, para que o Espírito, o Eterno, possa realmente se conhecer. Quando vocês se conhecem e aceitam a sua liberdade e soberania, o Espírito entende a soberania Dele.

É uma proposta um tanto interessante. A maioria dos humanos tende a achar que o Espírito é elevado, sabe de tudo, pode fazer qualquer coisa. Não. Não. O Espírito, como eu já disse, é total simplicidade, total pureza. De certa forma, é como uma criança em sua inocência. O Espírito não sabe o que vai acontecer depois, vocês sabem? O Espírito não conhece cada pensamento que vocês têm, porque vocês podem se bloquear. Querem uma prova? Vocês se bloqueiam de vocês mesmos, portanto, podem se bloquear do Espírito. E o Espírito pode Se bloquear de vocês.

O Espírito não sabe de tudo. Seria um jogo doentio se tudo fosse conhecido, tudo que fosse acontecer e ser. Seria um jogo doentio. Isso também é uma experiência para o Espírito. Quando vocês descobrem algo sobre si mesmos, o Espírito descobre algo sobre Si. Quando vocês veem um lindo pôr do sol, o Espírito vê um lindo pôr do sol. O Espírito não vê antes de vocês e manda vocês irem até pra ver: “Olhe esse lindo pôr do sol que eu criei.” O Espírito pediu a vocês que o criassem para que o Eterno pudesse vê-lo, senti-lo e vivenciá-lo.

Assim, podem dizer que o Espírito realmente entenderá a soberania Dele quando vocês entenderem a sua.

Vamos respirar fundo.

E o mesmo se aplica à liberdade. À liberdade.
O Espírito entende a liberdade quando vocês a entendem. Liberdade.



Vamos tratar disso nesta série. Nesta série. Liberdade – o símbolo está bem aqui [mostrando o naipe de espadas no púlpito]. Bem aqui. O círculo – finalização, fechando o círculo. O naipe de espadas – a ascensão. Virando de cabeça pra baixo, vocês têm um coração. O naipe de espadas – a ascensão. A flor de lis – a integração. A integração do masculino, feminino, luz, escuridão, humano, Espírito. Bem aqui.



LINDA: Adorável.

ADAMUS: Bem aqui. [Alguns aplausos.]

Assim, esta é realmente a Série da Liberdade. Sim! Soa adorável, e é, e nos próximos dois meses – pode-se dizer 12 de dezembro, 21 de dezembro, 31 de dezembro, realmente não importa – os próximos dois meses vão ser interessantes. [Adamus ri.] Ah, sim. [Ele pega uma espada que faz parte da fantasia dele.] Interessante. Desafiador. Não se importa se eu apontá-la pra você, se importa? [Ele aponta a espada para alguém.]

MULHER SHAUMBRA 2: Não.

ADAMUS: Sim. Um pouco difícil. Ah, vocês vão ver o planeta realmente ficando meio louco. Sim. Entendam, vocês vão se ver ficando loucos. Sim. Vocês vão se ver passando por coisas e vivenciando coisas que os libertarão. [Ele toca Roy no ombro com a espada.] Ah, eu me lembro de quando costumava fazer isso. [Risadas] Sim. Sim. Uma cerimônia semelhante ao batizado. Sim. Então... Ah, sim, para a foto. [Adamus empunha a espada.] Ótimo.

Sim. Então, livres. Acho que é apropriado eu ter uma espada de verdade hoje. Sim, porque... eh-eh-eh-eh-eh [brandindo a espada]... é, sim. Porque... Você não achou mesmo que eu ia machucá-lo com isso, achou?

DAVID: Não, intencionalmente. [Risadas]

ADAMUS: Não, intencionalmente. Sei, eu podia deixar cair. Você estaria livre! [Risadas] Que apropriado eu ter uma espada de verdade hoje, sim, pra cortar alguns laços. Sim. Não cortar vocês, preciosos, mas cortar os laços. Então, não vou ficar levantando isto por aí. Posso ver que alguns estão nervosos. [Ele baixa a espada.]

O que É Liberdade?

Liberdade. Vamos ver. O que é liberdade? Linda, microfone, por favor. O que é liberdade?

Respirem fundo. Sintam a liberdade por um instante. O que é liberdade? Bela palavra. Costuma ser usada demais e é mal compreendida. O que é liberdade?

MARY: É permitir que tudo aconteça no momento.

ADAMUS: Permitir que tudo aconteça no momento. Ótimo. Ótimo. Gostei. Vou escrever isso. Você permite que tudo aconteça no momento, Mary?

MARY: Não.

ADAMUS: Sério?! Por que não?

MARY: Acho que minha mente fica no caminho, às vezes.

ADAMUS: Você acha? [Risadas]

MARY: É, exatamente! Não há dúvida.

ADAMUS: Você disse as palavras certas!

MARY: Não há dúvida.

ADAMUS: Permitir no momento. Permitir no momento. Que coisa maravilhosa! Por que você não permite as coisas no momento?

MARY: Medo.

ADAMUS: Medo. Medo de quê?

MARY: De deixar ir.

ADAMUS: Medo de quê? Na prática, vida real. Medo de...

MARY: Não ter dinheiro. Não ter casa. Não ter...

ADAMUS: Que bobagem, você já tem tudo isso! Digo... [Adamus ri.]

MARY: É, exato. Exato. Então, que inferno. [Ela e Adamus estão rindo.]

ADAMUS: Então, agora, o que você tem a temer? É. O que você tem a temer? Sim.

MARY: Nada.

ADAMUS: Posso lhe dizer do que você tem medo?

MARY: Por favor.

ADAMUS: Você tem aquelas vozes – voz da mãe, voz do pai, voz da professora, e a maioria de vocês tem num grau ou noutro... vocês têm essas vozes.

MARY: Ah, sim.

ADAMUS: Você gosta delas. Você adora elas. E elas ficam se repetindo o tempo todo. Estão sempre lá. E essas são as coisas que você teme, porque ficam lhe dizendo: “Não, Mary. Seja uma boa menina.” Por que não ser uma menina má de vez em quando? [Alguém diz: “Oooh!”] Só... é, “oooh”. [Risadas, inclusive de Adamus] Sim, só pra experimentar como é. Só pra experimentar. Pare de tentar ser tão boa. Entenda, é aí que você perde a coisa da liberdade.

MARY: Certo.

ADAMUS: É.

MARY: Obrigada.

ADAMUS: Ótimo. Excelente. Ótimo. O que é liberdade?

LADONNA: Gostei da resposta dela.

ADAMUS: Sei. Não pode ser a dela. O que é liberdade?

LADONNA: Não ter tanto pavor da vida.

ADAMUS: Por que você tem pavor da vida?

LADONNA: [ela está quase chorando] Porque muitas coisas acontecem.

ADAMUS: Acontecem.

LADONNA: Tem sido um ano difícil, e...

ADAMUS: Ah, os próximos meses vão ser...

LADONNA: ... mal posso esperar que acabe. Mais três meses.

ADAMUS: É. Ah, e o que você acha que vai acontecer no final do ano?

LADONNA: Espero que a energia mude o suficiente pra voltar a...

ADAMUS: O que faz a mudança da energia?

LADONNA: Diz pra gente. [Risadas]

ADAMUS: Eu já disse! De novo, não! [Adamus ri.] A consciência. A consciência. O que é a consciência?

LADONNA: Só um punhado de medo. Eu só... Toda essa coisa de medo foi grande.

ADAMUS: Sim, sim. Muito medo. O que é consciência?

LADONNA: Hum...

ADAMUS: Adamus 101. [Ele se refere ao nível básico de seus ensinamentos.]

LADONNA: Hum, cara. Ser apenas...

ADAMUS: Você! Você! Percepção!

LADONNA: Estar consciente. Sim, perceber.

ADAMUS: A sua percepção.

LADONNA: Sim. Estar consciente.

ADAMUS: Todos os seus potenciais. Todos os seus potenciais. Assim, a consciência estimula a energia – a consciência cria a energia em primeiro lugar e a estimula – e, portanto, cria a sua realidade. Mas se a consciência... Se você não estiver consciente do que é consciência e se sua consciência estiver muito fechada, intencionalmente, você vai se segurar, bem, e não vai conseguir realizar muita coisa e essa energia vai voltar e trabalhar com você. Vai começar a bater em você. A única razão é porque ela quer que você se mexa. Quer que você vá além de onde está. E isso vai criar todos os demônios, dragões, escuridões e tudo mais, e você dirá: “Por que, querido Deus, estou passando por isso?” Deus diz: “Mas você pode se libertar!” Achei engraçado. [Adamus ri.] Hilário! Por quê? Deus não vai fazer isso pra você nem por você – o Espírito ou como se chame.

LADONNA: Mas acho que a energia está acontecendo agora na minha família porque precisamos nos mexer. Comentamos isso no intervalo.

ADAMUS: Literalmente.

LADONNA: Que há uma razão para toda essa energia e é a de que nós precisamos da mudança.

ADAMUS: Isso.

LADONNA: Mas é difícil quando se está passando pela coisa.

ADAMUS: Muito difícil. Mas imagine um instante – só um instante, com o coração e a mente abertos – que você pode se libertar. Você pode se libertar. Conceito incrível. Incrível e muito simples, mas ainda assim é muito fácil ficar preso e dizer: “Por que eu?” É muito fácil fingir que não se sabe a resposta, assim, o jogo continua.

[Pausa; Adamus ri.]

Vou repetir. [Algumas risadas; Adamus agora fala com muita intensidade.] É muito fácil fingir que não se sabe a resposta, assim, o jogo continua! Dãh! Dãh! Quando vocês reconhecem que vocês têm a resposta... [Ele bate em alguém com o microfone.] Ah, vou fazer com a minha mão agora. Hum. Hum. Quando vocês reconhecem que realmente têm a resposta, o jogo continua. Vocês têm liberdade. Mas o jogo continua e vocês têm liberdade.

Queridos Shaumbra... Hum. Hum, humm, humm. Adoro meu púlpito e o sinal de liberdade
[referindo-se ao naipe de espadas nele].

Queridos Shaumbra, isso é muito importante. Tão simples e tão fácil, mas posso lhes dizer agora mesmo, a menos que algo mude aqui esta tarde ou esta noite ou de manhã, onde estiverem, vai ser difícil.

Vou repetir. Queridos Shaumbra, isso é muito fácil, muito fácil. Digo, realmente, vamos destilar isso. Vamos chegar à essência. É muito fácil, mas, a menos que algo mude neste encontro para o Shoud, que realmente só tem a ver com vocês; eu sou apenas uma distração – como o meu traje hoje. [Alguém diz: “Isso!”] Isso! É, sim. Eu queria uma coroa de ouro de verdade. A menos que algo mude, será difícil. Uns dois meses de desafios pessoais profundos e verdadeiros, e não precisa ser assim.

Mas, ah!, estou com aquela sensação profética – e patética [rindo] – de que vocês vão fazer assim. É, provavelmente. Provavelmente. Por quê? Por quê? [Alguém diz: “É o nosso jogo. Gostamos dele.”] O jogo. Os padrões. Sem conhecer nada diferente. Sem ter certeza, dizendo: “Eh, gosto de um pouco de entretenimento aqui. Gosto de ficar com os Shaumbra. Gosto de comer, mas, ah, eu não sei. Não sei. Deve ter uma resposta em algum lugar.” Está bem aqui! Agora! São vocês. Isso vem de vocês. Vem de vocês.

Pode ser muito fácil ou pode ser difícil. Ah, e são os próximos dois meses que vão realmente dizer.

Agora, tendo dito isso... ah, estou divagando. Certo. Então, vamos voltar.
O que é liberdade? O que é liberdade? Linda, microfone, por favor.

LINDA: Chamando seu convidado especial e seu amigo Jeffrey.

ADAMUS: Sim. O que é liberdade? Você se importa de levantar?

JEFFREY: Claro. Liberdade para fazer mudanças. Fazer mudanças na minha vida.

ADAMUS: Ótimo. O que você mudaria na sua vida? A coisa número um da lista.

JEFFREY: Hum, uma nova estrada... uma estrada totalmente nova na minha vida.

ADAMUS: Uma estrada totalmente nova.

JEFFREY: Bem, estou no processo... larguei o emprego que eu tinha há 30 anos, e eu...

ADAMUS: Oh, um momento para aplausos. [A plateia aplaude.]

JEFFREY: Estou disponível!

ADAMUS: Reparei que sua companheira não está aplaudindo, mas... [Risadas]

JEFFREY: Ah, não! Sim, sim, ela está.

ADAMUS: E agora foram palmas de desdém.

JEFFREY: [rindo] Ah, não! Ela está me apoiando nisso.

ADAMUS: Com certeza.

JEFFREY: Parece que... e falamos sobre isso nas últimas semanas ou nos últimos meses, que vivenciaram algo parecido. Fiz isso por anos e nos últimos meses, nas últimas semanas...

ADAMUS: Como você se sente?

JEFFREY: Bom, eu me sinto bem, mas com medo.

ADAMUS: Por quê?

JEFFREY: Eu sei que não larguei o emprego pra não ter sucesso na vida, mas não sei como será o sucesso daqui pra frente.

ADAMUS: Sim. Ótimo! Ótimo, ótimo!

JEFFREY: Assim...

ADAMUS: Esse é um ponto importante. Vou interromper você. “Eu não sei como será o sucesso.” Ah! Esse é um ponto fundamental, porque seriam os velhos padrões, a velha mente, as velhas tradições e rotinas que fariam você dizer: “Bom, o sucesso é assim e assim.”

É uma coisa interessante, assustadora, mas linda, de se dizer: “Eu não quero olhar para o amanhã com a mente de hoje ou os olhos de hoje. Eu sei que o amanhã é grandioso. Eu sei. Está no meu coração. Eu sei. E estou disposto a permitir que ele venha, incluindo qualquer coisa.” Agora, essa “qualquer coisa” é que é difícil. Qualquer coisa – porque há uma tendência... e eu vou... eu vou... preciso de placas nas paredes, pôsteres e adesivos para os carros...

Iluminação e liberdade não são coisas do tipo “mais ou menos, talvez, pode ser”. Não. São coisas do tipo “tudo ou nada”. Perguntem aos Mestres Ascensos. São coisas do tipo “tudo ou nada”. E não algo que dê pra fazer aos pouquinhos. Um pouquinho de iluminação. Ou é ou não é. Porque, se vocês fizerem... se testarem a água, vão encontrar tubarões nela.

Iluminação, liberdade – não dá pra se ter um pouquinho de liberdade ou mais ou menos liberdade nem mesmo uma percepção de muita liberdade. Ou é ou não é, e isso é parte do problema. É quando a mente se intromete – vocês controlando a mente de vocês – dizendo: “Vou examinar isso. Eu largo meu trabalho, que grande passo, mas vou ver o que acontece depois. Não vou fazer mais nada. Vou ter um pouquinho de liberdade.”

Mas um pouquinho de liberdade é, de fato, mais uma prisão, entendam. Um pouquinho de liberdade é, na verdade, na minha opinião, pior do que liberdade nenhuma, porque agora vocês estão presos na liberdade. Agora, vocês estão controlando a liberdade. Liberdade é pra ser livre. Por isso se chama liberdade. Agora vocês estão presos na liberdade. Então, chega um dia que o seu coração diz que vocês estão prontos para a verdadeira liberdade, daí, vocês vão conhecer e ter experiências com uma forma distorcida de liberdade – uma liberdade que vocês controlaram. Então, a mente vai chegar e dizer novamente: “Olha o que aconteceu da última vez que você experimentou a liberdade.” Sua mente vai dizer: “Você não sabe nada de liberdade. Você tem que estudar sobre liberdade com alguém.”

E vocês não podem. Não podem. Liberdade é algo que vocês dão a si mesmos.

Assim, é tudo ou nada, e isso é muito, muito assustador. Muito assustador, realmente. [Adamus dá tchauzinho pra câmera.] Estou acenando para todos os meus amigos. Sim. É muito assustador pensar que é tudo ou nada, que não é só largar o emprego. Você disse que estava buscando uma mudança, Jeffrey, uma estrada totalmente diferente, totalmente diferente, mas o que está segurando você no momento? Qual é o empecilho? Por que a hesitação? O que o faz parar?

JEFFREY: A direção.

ADAMUS: Conhecer a direção?

JEFFREY: Qual...

ADAMUS: Não há direção. E essa é a boa notícia. Muito boa, por sinal, porque se houvesse, teria sido imaginada da velha maneira humana, à maneira da Velha Energia. Então, realmente não há uma direção, e o desafio e a beleza residem no seguinte: você pode aceitar isso?

JEFFREY: Acredito que sim.

ADAMUS: Você acredita que sim.

JEFFREY: Bem, quero acreditar que, se meu coração estiver aberto e estou aberto pra deixar a coisa fluir, as coisas virão. Manifestarei oportunidades ou possibilidades para a Terri e para mim, e ficará tudo bem.

ADAMUS: Sim. E... e... quando alguém faz realmente essa escolha por liberdade e está realmente pronto pra ela, nem tudo ficará bem no início, como muitos de vocês descobriram. Inicialmente, há um processo de limpeza, de purificação, de mudança. Infelizmente, com muita frequência, isso pode resultar em coisas como perder o emprego, perder a casa, perder o senso de identificação consigo mesmo, perder as crenças, perder os amigos – se ainda restou algum [algumas risadas] – perder o relacionamento. [Adamus ri.] Eu sempre serei amigo de vocês.

JEFFREY: Obrigado.

ADAMUS: Perder, possivelmente, essas coisas a que os humanos se apegam com tanto carinho, e isso é muito assustador. Muito assustador. Mas perguntem a qualquer Mestre Ascenso pelo caminho, e... na verdade eles criaram uma frase que mais tarde foi usada numa canção: Liberdade é apenas outra palavra para nada a perder. (Freedom’s just another word for nothing else to lose.) Estou rindo. Kuthumi está rindo. Liberdade é apenas outra palavra para nada a perder. Que profundo! Sem dúvida.

A propósito, Cauldre quer fazer um joguinho de trivia com vocês. [Ele suspira.] Tudo bem. Quem escreve... [A plateia vai dar as respostas.] Quem escreveu a letra da música, sim, “Me and Bobby McGee”? Quem escreveu a letra? [Alguém grita: “Kris Kristofferson.”] Kris Kristofferson, de acordo com Cauldre. Quem primeiro popularizou a música? [Alguém diz: “Janice Joplin.”] Tentem novamente. Quem primeiro a tornou popular? [Alguém diz: “Não faça a gente usar a mente!”; risadas da plateia e de Adamus.] Esse joguinho é do Cauldre, não meu. [Leve pausa] O rei da estrada (King of the Road), Roger Miller. Sim, o primeiro. Depois, foi Janice Joplin e outros cantores. Mas, sim, então, vamos seguir em frente. [Risadas quando Adamus revira os olhos.] Ele está tentando me distrair. [Adamus ri.] Então, ótimo. Liberdade é apenas outra palavra...

Falando nisso, a palavra liberdade... freedom – se voltarem às origens da palavra “liberdade”, na língua inglesa “freedom”, e também na alemã – freedom significa paz. Um conceito e tanto! Quando vocês têm liberdade, vocês têm paz. E a energia de suporte por trás disso é a Deusa Frita. Frita. F-r-i-t-a, para os que forem transcrever. A Deusa Frita. Liberação. Liberação é o que realmente significa. Ótimo. Vamos continuar.

Liberdade. O que é liberdade pra você? Linda vai levar o microfone.
O que é liberdade pra você? Pode se levantar, minha cara?

LESLIE: Fazer escolhas apenas para mim mesma.

ADAMUS: Fazer escolhas apenas para si mesma. Excelente! Você faz isso?

LESLIE: Estou melhorando.

ADAMUS: Numa escala de 1 a 10, onde você está?

LESLIE: Eh, entre 6 e 7.

ADAMUS: Ótimo. O que a está impedindo de subir na escala?

EDITH: Ela é casada. [Muitas risadas]

ADAMUS: Para aqueles que não ouviram, Edith teve a gentileza de ajudar dizendo “ela é casada”.

EDITH: Ela é casada!

ADAMUS: Com ele! Com ele! [Adamus aponta para John Kuderka; risadas.]

LESLIE: Com ele! A culpa é toda sua.

ADAMUS: Sim, obrigado. Todo mundo diz isso.

LESLIE: Não. Digo, faz parte. Ser casada é parte disso.

ADAMUS: Claro.

LESLIE: Veja, sentir que há uma responsabilidade nesse relacionamento.

ADAMUS: Você está feliz no casamento?

LESLIE: Claro.

ADAMUS: Boa resposta. [Risadas] Boa resposta.

LESLIE: Hoje. [Ela ri.] Hoje.

ADAMUS: Essa é uma resposta melhor. Ótimo. Então, responsabilidade, outras pessoas. Na verdade, esse é um fato da vida. Agora, a liberdade muda isso? A liberdade vai mudar a responsabilidade que você tem com os outros? [Ela pensa.] Sim! Dãh!

LESLIE: Sim.

ADAMUS: Sim, claro.

LESLIE: Com certeza.

ADAMUS: Daí, você estará livre para amá-los, ajudá-los, estar lá para eles. Não será uma dívida ou uma obrigação. Não será nada que você ache que precisa fazer, mas você simplesmente vai querer fazer. Isso leva a uma das minhas citações favoritas, que eu criei: “Só um Mestre pode estar em serviço. Os demais são servos.” É a mesma coisa. Um Mestre é livre e pode dar e compartilhar com os outros livremente, abertamente, amorosamente, sem nenhum sentido de obrigação ou necessidade de receber algo em troca.

É uma coisa incrível, mas é difícil, particularmente quando a pessoa tem filhos, cônjuges, outras pessoas que contam com ela. Uma das maiores desculpas humanas para não ter liberdade é esta: “Bom, meus filhos precisam de mim.” Na verdade, não precisam. Eles nem mesmo gostam de vocês muitas vezes. [Risadas] Muitas vezes, nem sempre. Verdade. Eles amam vocês, mas, às vezes, não gostam muito de vocês.

É uma grande desculpa e é uma dinâmica interessante, muito interessante. Há uma percepção... Muitos de vocês estão, de fato, seguindo por esse caminho – a percepção de que “vou ficar livre quando _____.” Preencham a lacuna. “Quando os filhos crescerem, meu cônjuge for embora, acertar na loteria, ganhar dez milhões de dólares.” É. [Adamus ri.] Sim. “Ou eu estiver morto. Estiver morto. Quando eu finalmente me liberar deste corpo físico e transcender, vou ser livre.” Não, não vai. Não vai, não. Vocês ficariam impressionados.

Eu gostaria de levar vocês lá fora uma noite dessas. Deveríamos fazer isso. No Halloween – que ótima noite. Na noite de Halloween. Vamos sair e visitar... oh, sim, grande ideia! Vamos sair e visitar as esferas Próximas da Terra. Por quê? Por que não? Eles vêm aqui fazer visita, então, nós vamos lá encontrá-los também. Assim, vamos marcar na agenda. Teremos um Halloween especial... sim. Na noite de Todos os Santos. Vamos sair para as esferas astrais, as outras dimensões e realmente senti-las. Nós iremos com muita discrição pra que não nos vejam ou nos sintam. Podemos fazer isso. Podemos nos ocultar. Meus Deus, vocês fazem isso todos os dias. Podemos ir até lá e ver como é a terra das assombrações, e vocês vão aprender com a experiência... Já colocamos na agenda? Já foi pro website? [Risadas] Pois deveria!

LINDA: Já está feito.

ADAMUS: Deveria. Ótimo. Pronto. Considerem feito. Excelente. Ah! Minha bebida. Quero um dos seus drinks, David. [David está vestido de cowboy com um cinturão de balas com garrafinhas de whisky; ele oferece garrafinhas ao Adamus.] Cauldre disse que não sou livre para fazer isso. [Risadas] Mais tarde. [Marty diz: “Mostre pra gente do que você é feito!] Sim. Mostre do que você é feito. Isso – gostei! [Risadas] Venha cá, seu Caraca. [Mais risadas] Vai dirigir hoje?

MARTY: Não.

ADAMUS: Não, ótimo. David?

MARTY: Vou, querida? [Risadas]

ADAMUS: Oh, como você é livre... [Mais risadas] David, podemos ter uma bala dessas? Sim.

MARTY: Algo suave, por favor.

ADAMUS: Algo suave. Ele leva duas garrafinhas.

MARTY: Bom, verdade. Era o que eu estava pensando, é.

ADAMUS: Sim, sim, sim. Vai cantar direito depois?

MARTY: Ah, vou!

ADAMUS: Ohhh – ohhhh, sim, é. Tome duas! Certo. Você... aqui, vou segurar o microfone pra você poder beber.

MARTY: Oh, uau!

ADAMUS: É, uau!

MARTY: Se mamãe pudesse me ver agora! [Risadas]

ADAMUS: [rindo] Ela pode. Sim. Coisa boa. À...

MARTY: À liberdade!

ADAMUS: À liberdade! Liberdadeeeeeeee! [Aplausos da plateia] Oooh! Oooh!
[Marty bebe a garrafinha de whisky.]

ADAMUS: Liberdade. Sim, sim, sim, e agora você tem que simbolicamente jogá-la, isso, no fogo. [Risadas quando Adamus lança a garrafa.] Ótimo. E a segunda.

MARTY: Oh!

ADAMUS: Oh, sim, é.

MARTY: Oh-ho.

ADAMUS: Oh, oh! Isso, Caraca! Sim. E, depois de beber, você atira lá. Abram espaço até a lareira pra ele jogar a garrafa lá?

MARTY: À liberdade! [Marty fala como se estivesse bêbado; muitas risadas, depois a plateia vibra e aplaude quando ele acaba de beber.]

ADAMUS: Oh! Estou absorvendo os vapores aqui. Sim.

MARTY: Acho que esta é de vidro.

ADAMUS: Não faz mal.

MARTY: É?

ADAMUS: Claro, claro, claro. Alguém vai agarrar.
[Ele lança a garrafinha em direção à lareira; a plateia vibra.]

ADAMUS: Obrigado. Obrigado. Então, onde estávamos? Liberdade. Não importa. Liberdade. Ah, precisávamos quebrar a seriedade. Oh! Estava ficando muito denso! Estava... “Ohh, mortífero!” Oh, falando em morte – Halloween, era onde estávamos. Sim, no Halloween vamos sair. Faremos uma pequena jornada até as esferas Próximas da Terra.

Mas há uma impressão equivocada comum de que, quando vocês morrem, de repente têm liberdade. Não. Não, de jeito nenhum. Às vezes, é pior, mais infernal, porque de repente vocês percebem que não têm. Subitamente, as respostas não aparecem todas pra vocês. Vocês ainda têm as mesmas questões, pode-se dizer, que tinham quando – shwttt! – saíram do corpo. Vocês só não têm mais corpo. Então, de repente, vocês percebem que há uma certa vantagem em ter um corpo, uma certa vantagem em ter este tipo de experiência muito sólida na 3D, onde vocês podem, de fato, ter oportunidade de perceber, de realmente entender o que está acontecendo. E, então, o que vocês fazem? Tentam voltar e agarram um corpo de imediato. E é aquela correria.

Então, vamos voltar aqui. Linda, com o microfone. O que é liberdade?
E saibam que darei a resposta no final. O que é liberdade?

PAUL: Simplesmente fazer.

ADAMUS: Simplesmente fazer. Você faz? Palavras ousadas e corajosas, sim, mas consegue se imaginar na frente de seus alunos – o que você faz, faraó? [Ele está vestido de faraó.] – e dizer “Simplesmente fazer?” Parece ótimo. Faz a gente querer dançar, escrever uma música. Mas você faz?

PAUL: Sabe, quando se tenta, fica mais fácil fazer cada vez mais.

ADAMUS: Ótimo. Ótimo. E me dê um exemplo – um exemplo da vida real.

PAUL: Sabe, simplesmente dançar por aí, mesmo que não faça muito sentido.

ADAMUS: Sei. Você dança?

PAUL: Danço.

ADAMUS: Ótimo. Excelente.

PAUL: E adoro.

ADAMUS: Na frente de outras pessoas?

PAUL: Sim.

ADAMUS: Ótimo.

PAUL: É. [Alguém diz: “Vamos lá!”]

ADAMUS: Vamos lá. [Risadas] Então, precisaremos de música? Precisamos de música?

PAUL: Não.

ADAMUS: Não, não precisamos de música. Vá em frente. Vá em frente. [Ele começa a dançar; a plateia aplaude.] O faraó dança. Ande como um egípcio. Dance como um egípcio. Desça como um egípcio! [Risadas quando ele continua dançando e tira o adereço da cabeça.] Acho que já fomos bem longe aqui. É suficiente! Este é um show familiar. Obrigado. Então, você faz, e obrigado por realmente fazer.

PAUL: Obrigado.

ADAMUS: Sim.

LINDA: Você falando de show familiar depois do álcool? É sério?! [Risadas]

ADAMUS: Eu não estou bebendo. Vocês todos estão. Vocês têm mais de 18.

MARTY: É.

ADAMUS: É, é. Ótimo. Ótimo.

Então, me fale. O que você gostaria de fazer, mas ainda não fez?

PAUL: Correr nu. [Muitas risadas de Adamus e da plateia] Não é bem a temperatura certa.

ADAMUS: Não mesmo... [Alguém diz: “Está quente aqui”; mais risadas.] Está quente aqui. Eu preciso perguntar às vezes – já faz tempo desde que fui humano –, por que você quer correr pelado?

PAUL: Liberdade.

ADAMUS: Liberdade, ótimo, ótimo. Sim, ótimo.

PAUL: É liberdade.

ADAMUS: Isso, liberação.

PAUL: Liberação.

ADAMUS: Então, teoricamente, você poderia ir pro meio do mato e fazer isso sozinho. Não é preciso...

PAUL: Eu preciso.

ADAMUS: Ah! Ah! Vídeo? YouTube?

PAUL: Não.

ADAMUS: Não. Ótimo, ótimo. Obrigado. Ótimo. Ótimo. Então, mais alguma coisa além de correr pelado? Digo, essa é a sua maior meta na vida? [Risadas]

PAUL: Hummm.

ADAMUS: Simplesmente fazer. Simplesmente, respirem fundo comigo um instante, todos vocês, com “Simplesmente fazer”. O que seria isso? Respirem fundo. Simplesmente fazer. Algo que seja realmente um desejo verdadeiro do coração. Simplesmente fazer. O que seria isso?

PAUL: [cantando] Liberdadeeeeee!

ADAMUS: [cantando também] Seriaaaaaaaaa? [Risadas]

PAUL: Simplesmente cantar! Cantar.

ADAMUS: Liberdade.

PAUL: Simplesmente cantar.

ADAMUS: Simplesmente cantar. Ótimo, ótimo. Essa é a maior aspiração, cantar a liberdade?

PAUL: Neste momento, é, sim.

ADAMUS: É, sim. Ótimo. Excelente. Então, vamos fazer isso.

PAUL e ADAMUS: Liberdadeeeeeeeeeeeeeee!

ADAMUS: Ótimo. Obrigado. Obrigado. [Aplausos da plateia]

Para os que estão assistindo pela primeira vez – e talvez a última –, fazemos coisas diferentes e interessantes aqui. Quando nós nos reunimos assim, nós nos divertimos. Que conceito para a sua vida, sim! Temos muitas distrações. Vejam, quando a energia fica pesada, enfadonha, mental, fazemos algo divertido, animado, algo inesperado, algo para distrair um pouco, distrair a mente, distrair da lida diária, distrair dos problemas, entendam. É o que fazemos aqui. Esta é a sala de aula da nova energia espiritual.

Obrigado. Ótimo. Cantamos, bebemos e vamos correr nus depois. [Risadas]

PAUL: No verão.

ADAMUS: Isso, no verão.

PAUL: No verão.

ADAMUS: Isso, mas quem corre nu de verdade – como um urso polar que nada no dia mais frio –não se importa.

PAUL: Eu não sou um urso polar.

ADAMUS: [rindo] Ótimo. Certo. Vamos continuar seguindo em frente. Só mais alguns comentários. O que é liberdade? O que é liberdade, Irmã?

KATHEEN: Irmã!

ADAMUS: O que aconteceu?! [Kathleen está vestida de freira grávida.] Você foi prática... Pode se levantar, por favor? Venha até a frente. Pode vir até aqui? Sim. Sim. Um pouco de liberdade demais no convento, um pouco demais... Não... um pouco de liberdade demais.

SART: [vestido de padre] Não fui eu! [Risadas]

ADAMUS: Olha quem fala... [Mais risadas, inclusive de Adamus] Então, Irmã, eu sinto muito. É uma concepção imaculada, tenho certeza. [Alguém diz: “Não foi imaculada.”) Ah, ótimo. Ótimo. Vai beber isso?

KATHLEEN: Não, vou dar pra você.

ADAMUS: Oh, que bom. Me dê. Ótimo. Ótimo.

KATHLEEN: [entregando a ele uma garrafinha do licor “Hpnotiq”] Chama-se hipnótico.

ADAMUS: Hipnótico. Ótimo, vou borrifar em todo mundo. Ah!

KATHLEEN: Veio da França! Veio da França!

ADAMUS: França! [Ele imita o jeito como ela disse França.] Não se diz França. É França [carregando no “r” da pronúncia francesa].

KATHLEEN: França [carregando no “r”]

ADAMUS: França! Isso, obrigado. Por favor, minha cara. Por favor. Liberdade. O que é liberdade?

KATHLEEN: Hum, estar no momento.

ADAMUS: Babaquice.

KATHLEEN: Babaquice.

ADAMUS: Oh, qual é, por favor. Vocês leem esses livros e decoram os textos: “Vamos todos estar no momento do Agora.” Pttt! [cuspindo] Digo, se realmente vão fazer isso, tudo bem. Mas, qual é, momento do Agora. Me dê algo tangível. Me dê algo profundo que eu possa levar daqui pra outros seres ascensos. Me dê algo que seja real.

Liberdade. O que é isso pra você?

KATHLEEN: Quando eu ouço a palavra liberdade, eu vejo o cara do Coração Valente gritando liberdade.

ADAMUS: Mais babaquice.

KATHLEEN: É o que eu vejo! É o que eu vejo!

ADAMUS: Tudo bem, ótimo. Fico feliz que veja isso, mas quero que aplique isso na sua vida. Segure essa espada.

KATHLEEN: Na minha vida.

ADAMUS: Com a outra mão. Não, você troca, assim. Não, você segura o microfone, é. [Risadas quando ela tenta trocar de mão o microfone e a espada.] Então, agora, empunhe a espada, mas não aponte pra mim, nem pra Aandrah, On, Linda, David.

KATHLEEN: Oh.

ADAMUS: Isso, aponte virada desse jeito. Vou me afastar aqui. [Ele vai pro fundo da sala.] Liberdade. Então, é o Coração Valente. Coração valente. Vamos lá, faça a coisa do Coração Valente.

KATHLEEN: Liberdadeeee! [um pouco fraco]

ADAMUS: Ah, qual é!? Ah, não, com firmeza. Sério? Sério?!

KATHLEEN: Sério?

ADAMUS: É, não. Você disse como no Coração Valente, que é o que vem à mente – [Adamus ri.] Estou me divertindo muito hoje –, que vem à mente quando você pensa em liberdade. Você sabe por quê? Está na garrafa ali. Efeito hipnótico, hipnose. Ah, a mente vai pra essa cena do Coração Valente. Então, faça o Coração Valente, mas coloque paixão! Levante essa espada. Isso. Segure o microfone. [Alguém diz: “Vai, Kathleen!”] Isso. Não acerte a lâmpada. [Adamus ri.]

KATHLEEN: Liberdadeeeeeee. [ainda um pouco fraco]

ADAMUS: Não, não, não. Isso parece mais uma constipação. [Risadas] Ehhhhh! Ehhhhh! Ehh!

KATHLEEN: Ohhhh.

ADAMUS: Vamos fazer pra valer. Eu seguro o microfone. Certo. Prossiga.

KATHLEEN: Liberdadeeeeeeee. [numa voz mais estridente; a plateia ri.]

ADAMUS: Quer que todos se juntem nisso?

KATHLEEN: Sim!

ADAMUS: Sim. Sim, sim, sim. Mas não vão, não. Vamos fazer isso de novo.

KATHLEEN: Liberdadeeeeeeee! [um pouco mais alto]

ADAMUS: Oh, você realmente assustou o danado do inimigo. [Adamus ri.] LIBERDADE! [Ele fala alto.] Assim. Liberdade! Mostrando paixão! Esse é o problema, minha querida.

KATHLEEN: Certo.

ADAMUS: Eh, você conseguir, mas está apagado. Você não deixa sair. Você não... você não se permite ser livre. O palco é seu. Todos estão vendo. Vinte e cinco mil pessoas assistindo online.

KATHLEEN: Vinte e cinco mil?

ADAMUS: Esta é a sua oportunidade. Não atinja a lâmpada... Esta é sua... Nem a TV nem a gente. Mas, fora isso, você é totalmente livre. [Risadas] Vá em frente.

KATHLEEN: Liberdade! [Ela meio que berra.]

ADAMUS: Oh! Vou embora. Desisto. [Risadas] Já chega.

Mas você disse... você disse “eu vejo essa cena do...” – como é mesmo – “Coração Valente. Eu vejo essa cena e isso me inspira. Liberdade.” [Adamus fala “liberdade” com uma vozinha fina.] Por favor! Estão vendo a contradição – não acontece só com você, mas com todos vocês –, a contradição entre o que eu ouço vocês dizerem às vezes e o que vocês realmente fazem? Entre pensamentos e crenças de um makyo grandioso? E esses pensamentos e crenças de makyo [falando com intensidade], eh, estão impedindo vocês de terem a sua liberdade.

Liberdade! Liberdade! Liberdade!

KATHLEEN: Liberdade. [Ela meio que berra de novo.]

ADAMUS: Agora, não... [Risadas] Não, eu quero que você faça isso. Não pra mim. Com vontade!

EDITH: Vamos lá, alto.

KATHLEEN: Liberdadeeee! [Ela grita.]

ADAMUS: Meu Deus!

LINDA: Foi um pouco melhor.

ADAMUS: Liberdade. [Ele diz com profundidade e força.]

KATHLEEN: Liberdade.

ADAMUS: Liberdade.

KATHLEEN: Liberdade.

ADAMUS: Liberdadeeeee.

KATHLEEN: Liberdadeeeeee.

ADAMUS: Liber... [rindo] Liberdade.

KATHLEEN: Liberdadeee.

EDITH: Coloque a voz na barriga.

KATHLEEN: Liberdade. [num tom mais grave]

ADAMUS: Sinta isso lá. [Apontando pra barriga de “grávida”; risadas] Não é pra ser grave; é pra ser verdadeiro. Não precisa ser alto. Liberdade.

KATHLEEN: Liberdade. [Alguém diz: “Rock and roll, Kathleen!”] Liberdade.

ADAMUS: Liberdade.

EDITH: Imagine que você está no seu cavalo. Você está desbravando a mata!

ADAMUS: Levante-se e venha até aqui, Edith. [Muitas risadas e aplausos] Vocês duas juntas! Por favor. Por favor.

LINDA: Você sabia que isso ia acontecer.

ADAMUS: Adoro este grupo. Quando estou pronto pra sair porta afora, vocês provam isso pra mim.

EDITH: Eu quero aprender...

ADAMUS: Venham aqui, juntas. As duas – liberdade. Liberdade. Aprender a fazer o quê?!

EDITH: Eu disse que quero aprender a ficar com a boca fechada. [Risadas]

ADAMUS: Podemos ensinar isso! Mas, não, Edith – aqui, pegue [o microfone] –, adoramos o que você tem a dizer. [A plateia concorda.] Você é uma estrela do rock espiritual pra todo mundo nessa câmera bem aqui. Todos estão dizendo: “Edith! Edith! Edith! Edith! Edith!” [A plateia também está entoando: “Edith!”; Adamus ri.] Show do Jerry Springer aqui. [Risadas] Você pode baixar a espada. [Ele fala com Kathleen.] Edith, liberdade.

EDITH: [com voz alta] Liberdadeeeeeeeee-arrrrggh! [Aplausos da plateia]

ADAMUS: Juntas. Juntas. As Irmãs Liberdade! [Adamus ri.] Edith e Liberdade.

EDITH: Três, dois, um...

KATHLEEN e EDITH: Libeeeeerdadeeeeeeeeeeeeeeeeee! [Alguns aplausos]

ADAMUS: Eh. Pareciam um gato, sabe, numa caçada, ou... Vamos tentar isso de novo. Vamos tentar de novo, pra todos que estão assistindo...

EDITH: Eu forcei minha...

ADAMUS: Sim. Não, você não forçou. Vamos fazer isso de novo, mas sem arranhar no final. Certo. Certo. Hummmm. Hummmm.

KATHLEEN e EDITH: Liberdadeeee. [meio que cantando num sussurro]

ADAMUS: Vocês estão na igreja. Parece: “Liberdadeeeee. [Risadas quando ele imita o canto de igreja.] Ele me deu liberdade.”

EDITH: Estou usando minha livre escolha pra sair deste palco. [Risadas]

ADAMUS: Obrigado. Isso é liberdade! Ahh! Ahh! [Aplausos] Você não tem livre escolha. (Ele fala para Kathleen.] Ótimo. Obrigado! Obrigado. [Ela se senta.] Obrigado por sair assim. Foi ótimo.

Onde estávamos? Quem é o próximo? Liberdade. O que é liberdade?

LINDA: Acho que devia ser o Caraca. [Risadas]

ADAMUS: Consegue levantar?! Tente.

MARTY: [falando como se estivesse mesmo bêbado] Uh, liberdade é como quando você vai ao banheiro, meio que... [Risadas]

ADAMUS: Isso! Isso! [Adamus ri.]

MARTY: [falando normalmente] Zero de apreensão, zero de expectativa.

ADAMUS: Certo, ótimo. Gostei. Claro. Não... Podemos dizer sem hesitar?

MARTY: Sim.

ADAMUS: Sem hesitar. [Ele escreve no quadro.] Tudo bem, ótimo.

MARTY: Você é livre.

ADAMUS: Sem hesitar. [Risadas] Ótimo. Sem hesitar. Excelente. Obrigado.

Sentindo a Liberdade

Quero dar um tempo agora. Estamos falando de liberdade. Estamos nos divertindo, talvez de um jeito bobo, às vezes, mas é realmente pra fazer as energias se movimentarem. É muito importante rirmos de nós mesmos, não nos levarmos tão a sério. Gargalhar um pouco é bom.

Liberdade é um tema muito pesado, de fato, porque há uma relutância em se trabalhar com isso no momento. Todas as desculpas do mundo para não se ter liberdade. É cada razão pra fingir que não se sabe o que é liberdade que... E outra coisa é que, às vezes, vocês dizem a si mesmos que são livres, mas não são. Realmente não conheço nenhum humano no momento que seja livre de verdade.

Vamos agora apenas sentir essa coisa que vai ser uma parte muito importante da sua vida nos próximos meses.

Reiterando... que significa repetindo... Preciso explicar pro Cauldre. [Algumas risadas] Vou repetir: nos próximos meses – não há uma data certa, mas nos próximos meses – tudo que surgir em sua vida, cada experiência, tudo que acontecer vai estar relacionado à liberdade. Vai ter a ver com liberdade.

As energias vão levar vocês a tratarem de liberdade e vão surgir bem diante do seu nariz, e pode ser a coisa mais divertida, fácil, realizadora e recompensadora que já fizeram, ou a mais difícil. Não, vocês não querem isso. [Alguém diz: “Não.”] Não. Vocês dizem. Vocês dizem, mas vamos colocar as cartas na mesa aqui, ou seja, sem makyo. Vocês dizem que não, mas olhem o que estão criando. Olhem o que vocês estão criando.

Vocês estão fazendo um trabalho maravilhoso, de um modo geral, mas ainda há essa hesitação, essa interrupção. Ainda há esse sentimento e essa atitude de “não sei que estou conseguindo”. Ainda há uma espera de que algo que vem de fora de vocês aconteça pra que possam reagir em vez de criarem isso vocês mesmos. Isso é a verdadeira liberdade, quando vocês criam a coisa. Quando tudo que acontecer a vocês, de agora em diante, vocês entenderem, saberem que estão criando. Que vem de vocês. Vocês não ficam questionando a coisa, não ficam falando palavras bonitas, mas sim: “Ah! Essa é a beleza das minhas criações.”

Agora, uma criação não é algo que vocês tenham que construir na mente. Uma criação não é algo que vocês tenham que planejar. Vocês realmente não podem planejar a criação. Planejar é uma coisa mental muito humana – muito humana. A criação vem ao se permitir o livre fluxo de energias, sem dizer “se”, “e” nem “mas”. Mas o que acontece – embora isso soe muito bem, embora vocês venham trabalhando com isso há muitas e muitas existências... o que acontece com frequência é que vocês dizem muitas vezes “se”, “e” ou “mas”, ou pior ainda – vamos acrescentar mais uma coisa à lista do que vocês dizem – “eu não sei”. Esta, então, é provavelmente mais perigosa ou mais dolorosa do que as outras coisas. Essa coisa de liberdade... não existe esse negócio de “se”, “e” nem “mas”. Ou é ou não é. Simples assim.

Vamos respirar fundo e sentir a liberdade. Falamos sobre ela.
Usamos palavras, mas vamos agora senti-la.

[Pausa]

Liberdade…

[Pausa]

Como o que isso se parece no que se refere a sentimentos, sensações?

[Pausa]

Liberdade…

[Pausa]

Agora, com o que isso se pareceria na sua vida? Com o que isso se pareceria na sua vida?

[Pausa]

Não só com relação a uma parte… mas tudo.

Liberdade de se conhecer, sem essas paredes ou barreiras.

Liberdade de se conhecer, recordar e ser essa coisa chamada alma. Ela está bem aí. Não em outro lugar qualquer. A liberdade de estarem conscientes disso, conscientes de vocês.

Como seria isso?

[Pausa]

Oh. Oh, oh! Vamos parar agora. Vamos… eh, vamos parar.
Ohhh! Muita energia mental! Realmente! Realmente.

Agora… [Adamus suspira pesadamente.] Não tem que ser assim. Tanto pensamento. Acho que eu disse sentir. Sentir a liberdade, e agora vocês estão começando a pensar na liberdade. Qual é a diferença? Bem, se vocês estão pensando, a cabeça... há uma tensão lá, porque a energia está passando por lá. Se estão pensando, há uma limitação.

Cada um de vocês, e vocês aí fora também [olhando para a câmera], quando eu disse “sintam a liberdade”, vocês deveriam ter sorrido. Ah, não há muitos sorrisos nesta sala. Espero que a câmera mostre isso. Câmeras. E, vocês aí fora, vocês estão assim: “O que estão fazendo lá hoje?!”

Então, eu pedi que sentissem a liberdade. Vocês estão pensando sobre ela. Estão pensando de forma linear em como seria sair amanhã com liberdade. Por favor, vamos apenas sentir primeiro.

Assim, vamos tentar isso de novo. Respirem fundo. Na verdade, vou pedir à Aandrah que venha aqui na frente um momento. Poderia fazer alguns minutos de respiração livre?

AANDRAH: Sim.

ADAMUS: Respiração livre.

AANDRAH: Sim.

ADAMUS: Sim, com certeza.

AANDRAH: Alegria, alegria, sintam alegria. Eu falei antes de gratidão. Permitam-se sentir a alegria. Liberdade. Que permite que vocês vivam.

Respirem. Respirem profundamente. Reparem no fluxo entrando... entrando... Tudo que têm que fazer é receber. O fluxo está entrando na essência de vocês. Inspirem e expirem.

Recebam. Recebam com alegria. Sim. Sim. Sim.

Inspirando... expirando... Um caso de amor. A liberdade. Inspirando... expirando...

Sim. Ah, sim! Permitam receber. Inspirando... e expirando... Sim.

Inspirando... e expirando... Sim. Ah, sim! Sintam! Sintam como o ar entra em cada fibra, numa vibração que parece nova, mas permaneçam abertos e respirem.

Respirem, sim, profundamente. O ar está preenchendo vocês. 
Recebendo, respirando, sim. Sim. Com alegria. Ah, sim.

Exalando pra que possam receber ainda mais. Sim. Ah, sim. O júbilo da vida, o júbilo.

Inspirando e expirando. Sim. Um grande caso de amor. Viver de verdade! Viver. 
Pois vocês não vivem quando não têm liberdade. Sim. Ah, sim!

ADAMUS: Sorrindo? Ótimo! Ótimo. Obrigado, Aandrah. Sorrindo. Sim, a sensação de liberdade deve fazer vocês sorriem. Ficarem felizes, não sérios. Uma liberação, uma abertura. A verdadeira liberdade. A verdadeira liberdade.

Então, a pergunta agora é: O que está impedindo vocês de serem livres? O que está impedindo vocês de serem livres? O que está impedindo vocês de serem livres? Linda, microfone, por favor. Vou solicitar algumas respostas e, depois, eu darei a correta. [Risadas] Sim, o que está impedindo vocês?

TIFFANY: Eu tive um pequeno insight com relação a liberdade. Recentemente, acho que no mês passado, fiz a SES, que eu recomendo demais. É impressionante.

ADAMUS: Obrigado.

TIFFANY: Maravilhosa. E com isso e depois com o meu grande sim...

ADAMUS: Escola de Energias Sexuais (SES – Sexual Energy School).

TIFFANY: Isso.

ADAMUS: Cauldre estava me pedindo pra esclarecer. Obrigado.

TIFFANY: Então, tenho sido um grande sim com essa coisa de liberdade já há um tempinho agora. Com esse grande sim, o que aconteceu no mês passado é que perdi muitos amigos, muitos clientes. As coisas estão mudando, e o que eu não achava que fosse acontecer é que eu sentiria um vácuo. Eu não percebi que... Tem sido muito solitário. Então, eu hoje sinto uma certa apreensão. Ainda sou um grande sim, não me entenda mal, mas há esse sentimento de que vou...

ADAMUS: Um grande “Sim, mas...”

TIFFANY: Certo. Tem um “mas” no meu sim.

ADAMUS: Isso.

TIFFANY: Tem um “mas”. Então, é um pouco assustador. Estou me sentindo um completo e total “Sim, mas...”

ADAMUS: Podemos abrir a porta lá dos fundos? Estamos superaquecendo as pessoas aqui. Sim, sim. Sim, mas. Isso. Então, onde estávamos? Onde você estava?

TIFFANY: Estou nesse lugar onde tudo é muito desconfortável pra mim.

ADAMUS: Sei.

TIFFANY: E, hum... estou inspirando...

ADAMUS: [cantando suavemente] Liberdade é apenas outra forma de dizer nada a perder. (Freedom’s just another word for nothing else to lose.)

TIFFANY: Estou inspirando, ainda sou um sim e estou um pouco assustada.

ADAMUS: Oh, oh, espere um pouco. Repita isso, exatamente do jeito que acabou de falar. Você está inspirando...

TIFFANY: Estou inspirando e ainda sou um sim.

ADAMUS: Eh, não, não. Sim, as palavras dizem isso, mas a energia não está lá, veja bem. Você está inspirando e dizendo: “Oh, Deus, eu espero, espero que isso funcione! Talvez eu deva voltar e seguir outro caminho.” Sim, você pode perder todos os seus amigos, o seu dinheiro. Pode perder...

TIFFANY: Já perdi isso há um tempão.

ADAMUS: Sim, sim. Na verdade, você nunca perde nada realmente. A coisa se transforma e expande pra voltar de uma forma maior, exceto seus amigos. [Adamus ri.] Você arranja novos amigos. Você arruma novos amigos, amigos legais. Você nunca perde nada realmente, mas, sim, no processo... E é por isso que eu repito esse verso, “Liberdade é apenas outra forma de dizer nada a perder”. É liberação, deixar ir. Mas o que é mais importante: continuar do jeito que você está ou vivenciar a liberdade, não importa com relação a quê? Não importa.

TIFFANY: Não importa.

ADAMUS: Solidão? É temporária. Não. Um verdadeiro Mestre em sua soberania nunca está sozinho. O melhor amigo dele é ele mesmo. Que coisa maravilhosa! Agora, não é a melhor coisa ser seu próprio melhor amigo?! [Aplausos] E o engraçado é que, quando vocês decidem gostar de vocês mesmos, todo mundo passa a gostar também. Sim. Sim. Ótimo. Então, solidão. Seria isso?

TIFFANY: Hum, sim, mas depois, quando penso nos relacionamentos que tive, não quero aquilo de volta. Então, é só... não é bem solidão.

ADAMUS: Vamos parar já. Achei muito lindo o jeito com que você disse isso.

TIFFANY: É verdade.

ADAMUS: Realmente. E há uma parte de você dizendo: “Oh, mas eu não tenho um relacionamento.” Graças a Deus! Será que você pode começar, por favor, a acrescentar: “Graças a mim – graças a Deus ou ao Espírito” – no final de tudo que disser? “Graças ao Espírito. Graças a mim.” Tudo bem, agora você pode continuar. Sim.

EDITH: E fechem a porta.

TIFFANY: O vácuo enquanto a transição ocorre é desconfortável, e estou no meio dela.

ADAMUS: Sim. Sim. Por que é desconfortável?

TIFFANY: Porque estou abrindo mão do que eu conhecia e não estou certa do que vem depois.

ADAMUS: Exatamente. Há uma expectativa do que você acha que deve acontecer. Você está no meio do caminho. Você ainda tem ideias humanas do que deve acontecer – com relação ao tamanho da casa, às finanças, e como a vida deve ser. Você está entrando numa zona inteiramente nova, além do que jamais imaginou. Agora, você pode permitir isso?

TIFFANY: Sim.

ADAMUS: Ótimo. E eu acreditei quando você disse isso. Eu realmente, realmente acreditei.

TIFFANY: Eu posso.

ADAMUS: Então, de repente, o pé sai do freio. Então, de repente, não tem sim no seu “mas” nem “mas” no seu sim. E, de repente, você não tem que passar por todo o desafio. Eu disse, é a coisa mais fácil que vocês já fizeram – ter a sua liberdade – ou a mais difícil. Você decide. Vocês decidem. Ótimo. Obrigado.

TIFFANY: Obrigada.

ADAMUS: Excelente. Obrigado. [Aplausos] E que roupa maravilhosa.
[Tiffany está vestida de Rainha de Copas.]

O próximo. O que está impedindo vocês de serem livres?

SUE: Bem, as duas últimas semanas tiveram a ver com abundância.

ADAMUS: Abundância. Sim. Ah, a coisa da abundância. Vou interromper você agora.

SUE: Sim. Eu sei.

ADAMUS: Estou tão triste com a falta de abundância de vocês! De todos vocês.

SUE: É! Minha também! [Risadas]

ADAMUS: Mas, engraçado, eu não tenho que pagar contas! Por quê?! Por quê?! Vamos fugir um pouco do assunto aqui. Por quê? Por quê? Por quê? Por quê? Por quê? Por quê?

Fugindo do Assunto pra Falar de Abundância

Vocês estão me deixando mal. [Algumas risadas] Verdade. Vocês estão me deixando mal com os outros Mestres Ascensos. Quando eu disse que trabalharia com o Círculo Carmesim e me sentei nesta sala de aula da nova energia espiritual, eles riram. Riram e disseram: “Não vai acontecer, Adamus.” E eu disse: “Vai, sim. Eu acredito nos Shaumbra. Acredito no amor.” [Risadas, inclusive de Adamus] Eu exagerei. Eu disse: “Eu acho... sim, mas...” [Risadas] Eu disse: “Eu acredito nos Shaumbra.”

Agora, quando eu volto, ficamos sentados, bebendo que nem gambás, mas sem nunca ficarmos bêbados! É incrível! Nunca ficamos de ressaca. Isso é que é maravilhoso em ser um Mestre Ascenso. É! Você pode beber muito... Olhem! Olhem o Caraca ali. É. Namorando! Sem sequer prestar atenção à palestra! [Risadas] Deem outra dose pra ele! [Risadas]

Assim, quando eu volto pro clube dos Mestres Ascensos, ficamos sentados, fumando charuto... sim, fumamos. Bebemos álcool. Fazemos todas essas coisas que vocês acham que não deveríamos fazer. [Pausa] Sim, fazemos isso também.

Então, quando volto pra lá, eles perguntam: “Adamus, como vai indo o Círculo Carmesim?” E eles riem e se cutucam por debaixo da mesa. [Risadas] “Como vão as coisas na terra dos Shaumbra?! Como vai a Edith?!” Eu digo: “Ela vai bem. Ela vai ascender nesta existência, nem que eu mesmo tenha que fazer isso por ela!” [Risadas]

EDITH: Eu já ascendi, então, fique quieto.

ADAMUS: Viram? Boom! Boom. Vou dizer pra eles hoje à noite.

LINDA: Repita. Repita.

ADAMUS: Diga novamente no microfone.

LINDA: Espere, espere. Aqui. Espere, espere, espere.

ADAMUS: Assim o mundo pode ouvir e os Mestres Ascensos também. Eles não acreditam em mim, às vezes. E, então – vou dizer de novo –, então, quando eu volto e digo: “Ela vai ascender nesta existência, nem que eu mesmo tenha que fazer isso por ela” e você interrompeu...

EDITH: Eu já ascendi!

ADAMUS: Oh! Boom!

EDITH: Assim como todos nesta sala!

ADAMUS: A consciência mudou. A energia mudou. Sim, mas você disse isso, Edith, e você sabe de uma coisa? Mesmo que não seja sério, está tudo bem! [Risadas]

EDITH: Mas é sério! Eu falei sério!

ADAMUS: Eu quero lhe mostrar uma coisa.

EDITH: Você não pode me chamar de mentirosa.

ADAMUS: Não, eu acredito. Mas, mesmo que o restante de vocês não acredite, digam assim mesmo. “Eu ascendi, Adamus! E você que se dane..." [Alguém começa a dizer.] Bom, me deixe terminar. [Risadas] “Eu ascendi, Adamus, e você que se dane junto com seus Mestres Ascensos. Eu me iluminei e permaneci no meu corpo físico na Terra. Vocês não.”

Num encontro recente com os Shaumbra, eu disse: “Por favor, andem como Mestres, mesmo que não se sintam Mestres no dia. Mesmo que se levantem de manhã e digam: “Oh, meu estômago está doendo. Minha cabeça está doendo. Tenho que ir pra droga do trabalho. Tenho que enfrentar o tráfego.” Parem um momento. Parem antes de prosseguirem. Respirem fundo e, mesmo que necessariamente não acreditem nisso, façam-se de bobos – vocês estão cansados de mentir pra vocês mesmos –, façam-se de bobos e caminhem como Mestres. [Risadas quando Adamus começa a andar como um Mestre.]

Vocês andam como Mestres que, de repente, uma coisa engraçada acontece. Vocês começam a se sentir como Mestres. Vocês começam a se lembrar que são Mestres. Vocês começam a andar eretos – cadê minha espada? Ah – e então, de repente, vocês se sentem invencíveis. Nada pode ficar no seu caminho. Vocês andam como Mestres. [Alguém diz: “Uau!”, quando ele brande a espada.] Uau! Yeah!

De repente, vocês andam como Mestres e, quer carreguem uma espada ou não, de repente se sentem como se empunhassem uma grande espada de verdade e todos saem do caminho. Não que vocês vão decepar ninguém, Dorothy, mas de repente vocês se sentem como se fossem Mestres, então, vocês andam como Mestres. Mestre Samurai! Eh, tudo bem, vocês andam como Mestres descolados, como o Mestre Kuthumi. Adorei o novo produto dele – Studio K. Por que não pensei nisso? Vocês andam como Mestres e, então, de repente, parte de vocês desperta e começa a agir como um, começa a acreditar que vocês são Mestres.

No momento... Pode segurar minha espada? No momento... [Risadas quando ele começa a se encurvar.], este é o andar dos Shaumbra. [Ele se encurva mais e mais até ficar de joelhos; a plateia ri.] Estão vendo, é assim que vocês fazem. Vocês vão andar... oh, eu faço de novo. Sim, este é o andar dos Shaumbra. Vamos fazer em etapas. Tire logo a foto, por favor. Vocês andam como Shaumbra e logo estão no chão engatinhando como humanos. [Adamus demonstra novamente pra que Dave possa fotografá-lo.] Eh, o que eu tenho que fazer – o tempo que vou levar – pra chegar do outro lado. Obrigado.

Caminhem como Mestres que, de repente, vocês conseguem. Algum voluntário? Ande. [Uma mulher anda pra lá e pra cá como Mestre no corredor entre as cadeiras.] Ótimo. Ótimo. [Aplausos da plateia] Excelente. Excelente. A passarela dos Shaumbra. Sim. [Outra mulher anda pra lá e pra cá como Mestre.]

Ótimo. Ótimo. [Aplausos da plateia] Verdade. E não estou zombando.

LINDA: Podemos ver o Caraca fazer isso?

ADAMUS: [rindo] Não provoque o pobre rapaz. Ele está quase desmaiando!

Não, é verdade, verdade, façam isso que, de repente, vocês começarão a falar como Mestres, em vez de falarem com aquela vozinha. De repente, vocês vão falar com autoridade, elegância, significado e paixão. As pessoas vão simplesmente esperar vocês dizerem algo. Elas vão ficar tão eletrizadas. É verdade. Vocês têm que exagerar um pouco. Têm que atuar um pouco... Vocês têm que colocar um tempero sensual na sua voz. [Ele demonstra.] Não, é sério. Sensual. Eu não disse sexual, seus pervertidos. [Risadas] Eu disse sensual! Sensual. Um pouco de sentido e expressão. Os humanos são tão sem graça pra falar. Vejam, como lemurianos e atlantes, vocês cantavam! Olá, Mary! [cantando] Como vai você?

MARY: [cantando também] Vou muito bem. Eu Sou o que Sou!

ADAMUS: Ótimo, ótimo. Viram? Era uma linguagem cantada, e vocês não precisavam dizer muitas palavras, porque não era mental. Havia um sentimento. Mas estou fugindo muito do assunto. Onde estávamos? Na abundância. Oh! Estou tão chateado.

Assim, vou às minhas reuniões, inclusive tenho uma hoje com os Mestres Ascensos, e eles vão perguntar: “Como estão os Shaumbra?” Eu vou dizer: “Estão bem. Estão bem.” Vejam, estou imitando vocês: “Oh, eu estou bem, estou bem.” [Risadas quando ele imita os humanos que não são autênticos.] “Como estão as coisas?” “Estão bem. Estão bem.”

E eu vou dizer isso hoje à noite e eles vão rir, como vocês fizeram, e dizer: “Certo, A, o que eles estão fazendo?” [Alguém pergunta: “A?”] Sim, A. É assim que me chamam – A. É antes de B, C, D e Studio K. [Risadas] E vão perguntar: “Como estão os Shaumbra?” “Eh, sim, ótimos. Ótimos. Ótimos, ótimos. Sim, sim. Como estão vocês?”

“Ei”, eles vão dizer. “Não, de verdade, o que está acontecendo lá embaixo?” “Bem, estamos falando de liberdade.” [Ele tosse e pigarreia, como se os Mestres Ascensos estivessem contendo o riso.]

“Sério?! Você já está falando de liberdade com eles?! Você não pulou algumas etapas? Você não está pressionando-os, A?” Eles também me chamam de Sir. “Não está tentando pressioná-los, indo um pouco rápido demais?” E eu digo: “Não, eles estão prontos. Estão prontinhos. Não precisam de toda aquela coisa que vocês precisaram. [Muitas risadas] Eles estão prontos pra liberdade. Já estamos nessa lição."

E eles vão me pregar direitinho na cruz. Vão dizer: “Tudo bem, A. Quanto dirigem uma Mercedes?” Vou dizer: “Bem, não acho que isso seja muito importante.” E vão rir e dizer: “Bobagem! Quantos dirigem BMWs? Quantos dirigem carruagens? Quantos dirigem limusines?”

EDITH: Quantos pedem carona? [Muitas risadas]

ADAMUS: E não conseguem uma! [Risadas] Isso é o que vão dizer. Eles vão dizer: “A, eles... todos eles fazem doações ao Círculo Carmesim porque são tão abundantes que não faz falta?” E eu digo: “Não fico tomando conta dessas coisas. Isso é com o Cauldre e a Linda.” [Risadas]

Entenderam?

E vão dizer: “Quando vão construir o novo centro – o centro na Terra para os humanos que despertam?” Vou dizer: “Eles não têm dinheiro. Não têm dinheiro nem pra pagar as próprias contas. Não têm dinheiro pra comprar comida boa. Não têm dinheiro pra ficar em hotéis requintados nem voar de primeira classe. Não têm dinheiro pra fazer as coisas que realmente querem. Eles meio que ainda estão apenas sobrevivendo, com só o suficiente. Ainda não chegaram nesse ponto, mas chegaremos lá. Chegaremos lá.”

Eles vão dizer: “Sabe, nós os amamos também, e sabemos que essa é uma das coisas mais difíceis.” Eles vão dizer: “Essa questão da abundância, essa questão da abundância é uma meleca. É bem difícil.” Porque eles realmente entendem. E por mais que eu faça pouco caso, acentuando meu ponto de vista, eles entendem.

Mas, apesar disso, ainda fico irritado. Isso ainda me irrita, porque não há nada – nada – realmente entre vocês e abundância. Vocês acham que há. Vocês acham que precisam criar algum negócio grandioso, ou um esquema, um plano ou um empreendimento. A abundância é simplesmente uma questão de se amar. Só isso. Uma vez que se amem, a abundância flui.

Linda – posso ler a mente dela – e outros estão dizendo: “Então, quando, Adamus, você vai dar a aula sobre abundância?” E eu digo: “Quando eles estiverem prontos, Linda. Quando estiverem prontos pra isso.” E é realmente muito simples. Não precisamos gastar muito tempo nisso, mas eu me pergunto...

LINDA: O que “pronto” quer dizer? [Algumas risadas]

ADAMUS: Excelente pergunta. Fico feliz que a tenha feito. O que quer dizer pronto para essa coisa da abundância? E, por falar nisso, ela se liga à coisa da liberdade. Vou explicar o seguinte, se não importa, por favor.

LINDA: Com todo prazer. [Linda sai da frente do quadro.]

ADAMUS: Aqui está a consciência. [Ele desenha um círculo com um ponto no meio.] Este é vocês, seres com alma. Já falamos sobre isso antes, o lindo círculo com um ponto. Logo vocês herdam esse ponto. Ele será de vocês. E, não, isso não é o pecado original. É a sua essência.

Assim, isto é a consciência. A consciência não contém energia – estou tendo que voltar pro Adamus 101 –, não contém energia. A energia foi criada a partir da paixão e do desejo de voltar pro Lar ou ter liberdade.

Então, agora, a consciência, essa coisa que vocês já têm e que é a percepção e também todos os potenciais de vocês – não que tenha sido dada a vocês por outros, mas vocês se deram –, essa consciência inspira a energia. A energia está lá. Neutra. Há energia suficiente nesta sala, bem aqui conosco, pra abastecer este planeta pelos próximos dez anos. O planeta inteiro e cada ser humano.

A energia é livre para aqueles que são livres. Essa é outra grande citação. Vou pendurar isso na parede. A energia é – posso até ver –, a energia é livre para aqueles que são livres. O que está errado com a humanidade no momento? As pessoas não são livres, então, a energia não é livre. Assim, há uma crise de energia acontecendo, vejam bem. É tudo muito simples. Tudo muito simples. A consciência inspira a energia, tira a energia do seu estado neutro e ainda tem muito mais. Há uma velha crença de que ela é limitada. Não é.

Quando a consciência está aberta e livre, essa energia faz assim! [Ele desenha a energia irradiando pra fora do círculo.] É livre e abundante, e meio que se parece com o sol, irradiando. Está – whoo! – está se movimentando. Não tem controle. Não tem “mas” com relação a isso. Simplesmente é. Ela é muito espontânea. Muito... muito simbólica – não é bem a palavra certa, Cauldre... mas é muito literal. Muito literal.

A consciência em sua liberdade criará qualquer coisa de que ela necessite, que ela queira, que ela escolha – carros, belas casas, qualquer coisa, qualquer coisa – e vocês devem ter isso. Vocês devem ter isso. Por quê? Por que não? Sim, por que não? Essa é a primeira razão. Segunda razão: Se vocês vão ser verdadeiros Standards para os outros, um exemplo para os outros, andem como Mestres. Andem como Mestres – vocês colocam sapatos de ouro quando estão andando, porque não é muito bom ter... sinto muito, mas estes são alugados. [Cauldre alugou botas pra combinarem com a fantasia.] Estes são alugados. Vocês devem usar sapatos de ouro. Os humanos precisam ver isso.

Agora, vocês estão pensando: “Sim, mas nós vemos todos esses excessos e esses evangelistas televisivos com todo esse dinheiro.” Então? Não são vocês. Não são vocês. Vocês não vão fazer aquilo. Vocês podem ter uma enorme abundância. Enorme abundância. Vamos tratar disso.

Você perguntou, querida Linda. Então, qual é a resposta? Quando vamos fazer isso? Quando vocês estiverem prontos. Quando estarão prontos? Quando me pedirem. [Muitos na plateia dizem: “Estamos prontos.”] Isso foi sem entusiasmo, sem inspiração. É como... oh. Nesse meio-tempo, por favor, não façam nenhuma aula sobre abundância. Por quê? Serão aulas da não abundância. Serão aulas da não abundância. São ministradas por pessoas que não têm abundância, que não compreendem a abundância.

Assim, a consciência, quando está aberta, quando está livre, movimenta a energia – whoo! Muito fácil. Quando a consciência está limitada por crenças, quando a consciência está limitada pela mente, pela consciência de massa ou de um grupo, quando está limitada com o medo de se tornar livre, o que vocês têm é uma energia muito fraca, que jorra muito escassamente [desenhando], e que é responsável pela falta de abundância, pela falta de paixão na sua vida, falta de amigos, falta de autoestima, todas as faltas, faltas e mais faltas. E a energia não se movimenta. E, aí, vocês se perguntam o que está errado.

E, pior ainda, quando vocês se perguntam o que está errado, qual é a primeira coisa que fazem? [Alguém diz: “Dizer não sei.”] Isso também. Sim, “eu não sei.” “O que está errado comigo? O que eu fiz de errado? Eu me sinto pra baixo. Quebrei minha perna. O que eu fiz de errado?” Vocês se sentiram pra baixo e quebraram a perna! Ela vai ficar boa! A coisa mais importante não é por que quebraram a perna, mas sim se vocês vão curá-la agora, assim. [Adamus estala os dedos.] E não ter uma cura longa e sofrida. Mas vão curá-la? Essa é a questão.

Talvez, apenas talvez, vocês não vão tentar entender por que a quebraram, o que o Espírito está tentando lhes dizer – porque o Espírito não dá a mínima, realmente, pra esse tipo de coisa – não tem a ver com que evento astrológico aconteceu no momento em que vocês quebraram a perna. É só –swhtt! – “Posso curá-la assim, instantaneamente, milagrosamente?” Que conceito! [Silêncio, depois risadas] Oh, vamos ter uma reunião longa hoje à noite no clube dos Mestres Ascensos.

“E como eles reagiram, Adamus, quando você passou pra eles essa profunda sabedoria?” “Oh, eles, hum, entenderam. [Risadas] Absorveram a coisa.” [Adamus ri.]

Onde estávamos?
Então, a energia enfraquece.

Assim, agora, eis o dilema. Vou juntar tudo agora, porque alguns de vocês estão se perguntando: “Mas que diabos é isso hoje? Que diabos é isso? Onde isso vai dar?” Estou tentando distrair vocês pra poderem se libertar. Com um pouco de humor. E preciso ter histórias pra quando eu voltar ao clube à noite. [Algumas risadas]

Então, onde estávamos? Liberdade. Liberdade. Existe... [Cauldre se senta.] Sim, ele pode se sentar. Existe um medo inato da liberdade... [Risadas quando Adamus se levanta novamente.] Ele já se curou! Já se curou!

A Verdadeira Liberdade

Existe um medo inato da liberdade por parte de qualquer ser com alma. Por quê? A separação do Espírito. O supremo. A separação – a percepção de separação – do eterno. Especialmente, a percepção do medo, a preocupação de que, com a liberdade, com o desligamento, basicamente, entre o eu e o Eterno, com essa liberação, vocês deixem de existir – ou vão para o inferno ou coisa parecida –, mas de que algo realmente ruim vai acontecer. Não vai! [Adamus ri.]

Existe um medo enorme de que, se vocês assumirem sua própria condição de Eu Sou, vocês vão passar por dificuldades, vão cometer erros. Vejam, tudo isso é o pensamento humano. Só um humano pensaria assim. Só um velho atlante pensaria assim – que “eu posso errar”. Vocês não podem errar na liberdade. Pode ter liberdade, mas não podem errar quando se trata disso.

A percepção de separação do Espírito, do Eterno – a percepção de separação – se liberar do Espírito é, de fato, a verdadeira integração do Espírito; a integração, como mostrada através da flor de lis, da reunião. Essa é a verdadeira integração.

Parem um instante. Eu sei que isso é um pouco confuso para o cérebro: “Mas o que ele acabou de dizer?” Eu acabei de dizer que, quando vocês aceitam sua liberdade sem nenhum “se”, nenhum “e”, nenhum “mas” nem nenhum “não sei”, quando vocês fazem isso, como Aandrah diria, com ousadia, coragem, destemor – aceitar sua liberdade sem “se”, “e” nem “mas” –, esse é o momento em que vocês integram o Espírito em vocês. A fusão final, a reunião final.

O momento em que vocês se conscientizam de nunca, jamais, colocar novamente o Espírito lá fora, lá em cima, lá longe ou em qualquer outro lugar que não seja em vocês mesmos. Bem aí [mostrando o ponto no quadro], na sua consciência. Isso, meus amigos, é liberdade. [Uma pessoa aplaude.] Obrigado. Só um aplauso. [A plateia aplaude.] E hoje à noite eles vão perguntar: “Eles aplaudiram, Adamus?” E eu vou dizer: “Eu os obriguei. Tive que hipnotizá-los.”

É uma proposta assustadora, e é a proposta que está em discussão no momento – não só para vocês; para a humanidade. As pessoas não estão na mesma consciência que vocês, com relação a isso. Elas não têm o mesmo entendimento do que é liberdade. Elas acham que liberdade é eleger um político, ir votar, o que realmente não é. Ou acham que liberdade é ser capaz de escolher o tipo de carro que não podem comprar. [Algumas risadas] Mas é um dilema que está neste planeta no momento. É o dilema. Se derem uma olhada em tudo que está acontecendo, seja com a política, especialmente com o dinheiro. Whoo! Ooh! É aí que a coisa tá realmente pegando.

Liberdade e dinheiro. Vejam os controles que estão sendo aplicados ao dinheiro agora. Controles estúpidos, artificiais, que não são realmente necessários. Mas há uma facção e grupos de pessoas muito fortes no planeta neste momento que não acreditam que vocês sejam responsáveis o suficiente pra lidar com o dinheiro – vocês e todo mundo; e que eles precisam controlá-lo. Eles não estão fazendo isso pra ganhar mais dinheiro, porque chega uma hora que não importa mais. Estão fazendo porque acham que estão ajudando vocês. Quem sabe? Talvez estejam ajudando alguns. Eu não acredito que seja verdade, mas eles, sim.

Eles acham que os humanos basicamente, por natureza, são pecadores. Realmente acham. Acreditam que os humanos são imperfeitos, que estão trabalhando em prol de um estado de perfeição ou, pelo menos, da salvação. E não estou falando apenas do pessoal religioso. Existem ateus que também acreditam que os humanos evoluíram a partir do esterco e... e... eu vou... Eu sei que estou estourando meu tempo, mas vou colocar essa proposta pra vocês também.

O conceito geral que vocês têm é de que as coisas aconteceram lá em cima num nível elevado – o que não é realmente verdade, mas elas aconteceram em algum lugar por aí – e vocês acham que houve uma queda para este planeta. Eh, houve uma jornada para este planeta por muitas razões elevadas, mas vocês acham que foi algo que veio de cima para baixo, e agora vocês estão fechando o círculo. Mas, mesmo que... Vou lançar esta proposta a vocês, porque isso é algo que fazemos em nossa escola de filosofia da Nova Energia.

Imaginem que tudo isso seja apenas evolução. Imaginem que começou com, não sei, uma porcariazinha de nada que acabou virando tudo isso, virando o cosmos. Tudo evoluiu do nada e os humanos evoluíram – imaginem isso um instante – e que não há um Deus lá em cima que controla as coisas aqui embaixo, e que nunca realmente houve um Deus. Foi apenas uma coisa excepcional, essa coisinha que aconteceu e criou tudo isso.

Ainda é basicamente a mesma dinâmica, porque ainda há uma consciência de que talvez isso tenha vindo da evolução de um quase nada. Ainda há uma consciência que cria um Deus, que cria essa coisa chamada iluminação, que cria a ascensão. Ainda há algo que aconteceu que criou o amor, que criou a existência.

Assim, mesmo que alguém argumentasse que toda vida evoluiu de uma colisão excepcional, vejam o que vocês criam. Vocês criam a iluminação. Vocês criam a ascensão, e também criam a soberania e a liberdade. Então, não importa como considerem a coisa, ela continua sendo a mesma coisa. É algo pra se pensar a respeito. [Alguns aplausos] Obrigado. E a realidade é que nenhuma das duas é realmente verdadeira. Até certo ponto, mas nenhuma é realmente verdadeira.

Assim, onde estávamos? Neste planeta, o que está acontecendo agora, enquanto deixamos a era da Velha Energia e entramos na Nova, é realmente a era da liberdade. Será que os humanos estão prontos pra lidar com a liberdade? Não sabemos. Vocês não sabem. Vocês estão prontos pra lidar com ela? [A plateia diz: “Sim!”] Não importa pra mim. Verdade.

Fico feliz, fico contente, satisfeito e tudo mais que vocês estejam prontos, mas com isso vem a liberdade. Com isso vem a necessidade de assumir responsabilidade. Com isso vem a necessidade de caminhar como um Mestre e, então, ser o Mestre. Com isso vem a percepção de que 95% de tudo que passa pela sua mente não pertence a vocês. Vocês estão captando o lixo espacial, o lixo alienígena, o lixo humano, as partículas que flutuam por aí – as partículas de pensamento que flutuam por aí – e que não são de vocês. A liberdade vai liberar todo o lixo, porque ele não pertence a vocês. Vocês gastam muita energia mental debatendo com vocês mesmos sobre como vão se tornar melhores. Isso não é liberdade. Isso não é liberdade. Realmente, não é.

Liberdade é dizer: “Os únicos pensamentos que são meus, a única consciência que é minha é aquilo que escolho neste momento.” Liberdade é dizer que: “Minhas vidas passadas não são minhas. Foram experiências da minha alma.” Liberdade é dizer que: “Minha família, meus filhos não são meus. Eles nasceram através de mim, gastei uma fortuna com eles, mas eles também são seres com alma.” Liberdade é dizer, quer estejam numa situação de trabalho, de relacionamento, de religião, de culto ou... oh... [rindo] ou qualquer coisa que não sirva mais pra vocês, é dizer que vocês vão se livrar disso. É a coisa mais fácil que podem fazer, ou a mais desafiadora. Só depende de vocês.

Liberdade é a capacidade de se afastar. Não de pensar... Bem, mais uma coisa sobre liberdade. Há essa coisa muito, muito feia na porta para a liberdade. Ela se chama morte. Morte. É por isso que eu quero que vocês saiam na noite de Halloween, porque vocês dizem: “Ah, sim, liberdade é algo maravilhoso, ótimo, e eu posso largar meu emprego e fazer todas essas outras coisas. Mas, oh, meu Deus, e se eu morrer?” Bem, daí, vocês estão livres. Mortos livres! [Adamus ri.] Realmente.

Digo, essa é uma grande questão psicológica. Vejam bem, eu já disse isso, a morte é muito mais fácil do que o nascimento, é sério. E vocês morreram o quê? Mil, alguns mil e quinhentas vezes? É muito fácil. Nascer é difícil. É uma história totalmente diferente. Vocês sabem que terão outros 80 a 100 anos pela frente. Morrer, sabem como é – fiu! –, vocês descansam.

Mas nessa coisa toda de liberdade é assim: “E se eu morrer?” Primeiro, não importa. Vocês vão morrer de qualquer jeito. [Silêncio, então, Adamus ri.] Passou um anjo. Vocês vão aceitar isso? A pergunta é, a questão é: Será que vocês vão morrer da forma que querem? Essa é a pergunta real. Sim. Essa é a pergunta real.

A propósito, preciso abrir um parêntese aqui. Uma famosa citação foi distorcida. Ela deveria ser assim: Ser livre ou não ser livre. Eis a questão. Eles me citaram indevidamente. “Ser ou não ser?!” Não! “Ser livre ou não ser livre.”

Fechando o parêntese e voltando pra morte... Vocês viram como provoquei essa pequena distração? A energia estava ficando pesada, a gente arranja uma distração – é incrível.

A morte. Não importa. Não importa. Não importa. Vocês vão morrer. O importante é morrer da forma que escolherem – shwtt! –, saírem do corpo, não sei, seja lá como queiram. Mas que não seja com uma longa e dolorosa doença. Isso é desprezível. Isso é quase igual à falta de abundância – ou pior. Ainda não decidi.

Assim, vamos respirar fundo.

Estamos Prontos?

Liberdade. Vamos falar sobre ela nos próximos meses em particular. Vocês vão vê-la agora. Olhos bem abertos. Vocês vão ver que essa é a dinâmica na Terra. E podem falar do que for, mas estes são os resultados da questão da liberdade: dinheiro, política, energia – pff! pra energia –, todas essas coisas realmente têm a ver com liberdade.

Será que a humanidade está pronta pra aceitar a liberdade? As guerras civis eclodindo, os conflitos e a tensão – tem tudo a ver com liberdade.

E, lembrem-se, mesmo que vocês ponderem sobre a própria liberdade, e se estão realmente prontos pra ela, não se trata apenas da humanidade. Essa é a questão para todo o cosmos, para toda a criação, para sua família espiritual, para cada ser com alma e para o Espírito... e para o Espírito. E o interessante é que todos se voltam pra cá, pra cá pra vocês, para o que vocês estão escolhendo, porque, quando vocês escolhem para si mesmos, quando vocês se dão a liberdade verdadeira e atrevida, isso tem um impacto profundo em toda a criação.

O que isso faz? Bem, ilumina o potencial, e existem regiões da criação neste momento em que não há nenhuma luz com relação a essa coisa chamada liberdade. Não há nenhum entendimento sobre isso. Existem lugares neste planeta no momento que não têm sequer condição de conceber isso. Existem línguas no planeta que não têm nem a palavra “liberdade” em seu vocabulário. Não existe. Não está na consciência deles.

Assim, a questão se volta pra vocês, pra este grupo admirado bem aqui em Cold Creek Canyon, observado pela Internet. Ela se volta pra vocês – não pra cuidar da liberdade deles, mas para iluminar um potencial –, primeiro para vocês e depois para os outros. Essa é a questão do momento, acima de tudo.

Até nos reunirmos novamente, eu gostaria que vocês dessem uma olhada em sua vida, não de modo julgador, mas como um observador iluminado. O que está impedindo [a espada cai lá atrás onde estava] vocês de serem livres?... Distração. [Risadas] O que está impedindo vocês de serem livres? Quais são as suas escolhas que os impedem de serem livres? E, mais do que tudo, como é se sentir livre? Sem pensar, sem mencionar as atividades rotineiras do dia a dia. Isso é subproduto da liberdade. Mas qual é a sensação de ter liberdade?

Vocês vão sonhar com a liberdade, não porque eu disso isso, mas porque é o assunto em questão. Quando sonham com liberdade, vocês têm sonhos onde há falta de liberdade – em outras palavras, onde vocês estão presos –, para ajudá-los a entender como é não ser livre. Vocês vão ter sonhos de como eram as vidas passadas de sua alma – que, ainda bem, não são mais suas –, de como era ser um dono de escravo ou um escravo, do que foi ser atlante no sentido comunal. Bem, aquilo é que era falta de liberdade. Tudo tinha que ser feito enquanto grupo.

Vocês terão sonhos com o que chamam de lugares alienígenas, outros lugares da criação, do cosmos, que vocês vão visitar, às vezes, em grupo, às vezes, sozinhos, com lugares que não têm absolutamente nenhuma consciência ou compreensão do que é liberdade, porque, às vezes, não ter as coisas ajuda a entender como é tê-las.

Serão intensos? Depende de vocês. Podem ser. Serão tranquilos? Podem ser. Deveriam ser. Deveria ser a coisa mais tranquila. Cada um de vocês deveria sair daqui totalmente livre. Ou pode ser uma coisa desafiadora e difícil.

Resposta de Adamus

Então, agora, eu quero dar a minha resposta – que será um pouquinho estranha – para o que é liberdade. Ou, especificamente, para como vocês podem se dar liberdade neste momento. Uma palavra muito simples, por falta de palavra melhor. Muito, muito simples. Parem um instante e sintam a liberdade... sintam liberdade.

[Pausa]

A questão no momento para vocês, para o planeta, para o Espírito, para tudo e todos – a real transição, o real fim do problema do velho mundo – é que há uma coisa a ser aplicada por vocês em sua vida. Uma palavra muito simples. Essa palavra é “perdão”. É isso. Perdão.

E, assim, meus caros amigos, tudo está bem em toda a criação. Obrigado.

Ah! [Alguém entrega a ele uma placa pintada com essas palavras.]

Tudo está bem em toda a criação. [Aplausos da plateia]
Obrigado.

Curtam a vida, sejam livres e sejam abundantes.

Obrigado.


Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com
Os materiais do Círculo Carmesim com Tobias, Adamus Saint-Germain e Kuthumi lal Singh têm sido oferecidos gratuitamente desde agosto de 1999. O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos, chamados de Shaumbra, que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e desafios da ascensão, tornam-se os Standards para os outros seres humanos em sua jornada de descobrir o Deus interior. Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Adamus apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Essas reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público e todos são bem-vindos. Se você estiver lendo isto e sentir um sentido da verdade e conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia para os humanos e os anjos também. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você neste momento e por todos os tempos que virão. Você nunca está sozinho, pois existe a família que está por todo o mundo e os anjos que estão ao seu redor. Você pode distribuir livremente este texto em uma base não-comercial, sem nenhum custo. Por favor, inclua as informações na sua totalidade, incluindo as notas de rodapé. Todos os outros usos devem ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado. Ver contatos página no site: www.crimsoncircle.com
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